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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Relatório da Cetesb aponta queda nas emissões veiculares nos últimos dez anos

Imagem ilustrativa.
Divulgação: Governo do Estado de São Paulo

Tópico 01342

O relatório Emissões Veiculares no Estado de São Paulo, com dados referentes a 2015, que está sendo divulgado pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), aponta que os índices de poluentes lançados por automóveis, utilitários, ônibus e caminhões para a atmosfera continuam em decréscimo. O estudo marca os avanços do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, o Proconve, nascido há 30 anos dentro da Cetesb.

A estimativa é de que, em 2015, foram emitidas no Estado 366 mil toneladas de monóxido de carbono (CO), 197 mil toneladas de óxidos de nitrogênio (NOx), 5,5 mil toneladas de material particulado (MP), 4,7 mil toneladas de dióxido de enxofre (SO2) e 80 mil toneladas de Compostos Orgânicos Voláteis (COV), que é a soma de hidrocarbonetos (NMHC) e aldeídos (RCHO). Em 2014, as emissões foram de 416 mil toneladas de CO, 214 mil toneladas de NOx, 6.159 mil toneladas de MP, 6.562 mil toneladas de SO2, e 88 mil toneladas de COV.

Todos esses indicativos da qualidade do ar mostram tendência declinante nos últimos dez anos (veja no gráfico abaixo).


Clique no gráfico para ampliá-lo


Segundo o estudo da Cetesb, 60% dessas emissões estão concentradas na Macrometrópole Paulista, área geográfica que reúne as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Baixada Santista, Vale do Paraíba e Sorocaba.

Os automóveis e as motocicletas foram os maiores responsáveis pelas emissões de CO e de NMHC, enquanto os caminhões contribuíram com as de MP, NOx e SO2. A participação dos veículos mais antigos e tecnologicamente defasados, com mais de 20 anos, responde por 10% da frota e 42% das emissões totais.

As emissões veiculares de gases de efeito estufa, medida em CO2eq (dióxido de carbono equivalente), foi da ordem de 40,9 milhões de toneladas de CO2eq, contabilizando uma redução de 9% em relação ao ano anterior, em decorrência do aumento do uso do etanol em substituição à gasolina e pela redução do consumo de diesel. A maior contribuição vem dos caminhões, com cerca de 15 milhões de toneladas de CO2eq, seguido dos automóveis com cerca de 12 milhões de toneladas.


Frota circulante

O estudo da Cetesb para estimar a frota circulante no Estado adota um critério diferente do Detran- SP, que não exclui os veículos efetivamente fora de uso. Por esse critério, em 2015, havia em operação um total 15,4 milhões de veículos nas vias paulistas, menos de 1% acima da estimativa do ano anterior. Desses, 10,2 milhões são automóveis, 2 milhões são comerciais leves, 600 mil ônibus e caminhões e 2,6 milhões de motocicletas.

Em 2015, o consumo de gasolina e de diesel diminuiu em relação ao ano anterior, enquanto o de etanol subiu cerca de 25% (veja gráfico a seguir).


Clique no gráfico para ampliá-lo

Proconve

Técnicos da Cetesb lembram que o Proconve – Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores está completando 30 anos, tendo representado um passo fundamental para os ganhos conquistados na melhoria da qualidade do ar.

Concebido pela Cetesb na década de 1980, o programa estabeleceu um conjunto de regulamentos para reduzir a emissão de poluentes, obrigando a indústria automobilística a introduzir tecnologias e combustíveis de menor impacto ao meio ambiente.

Novas etapas do PROCONVE estão sendo estudadas, como a nova fase para veículos pesados equivalente à Euro VI e o controle do abastecimento de combustíveis para automóveis.

O Plano de Controle de Poluição Veicular, com validade para o período de 2014 a 2016, já se encontra em revisão prevendo-se novas ações e recomendação a partir de 2017. As recomendações incluem a intensificação da fiscalização da emissão de fumaça preta, para a qual a Cetesb adquiriu duas viaturas equipadas com opacímetros, utilizadas já nas operações realizadas em 2016.










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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Desenvolvimento sustentável na indústria química do Brasil foi o tema da palestra do ministro do Meio Ambiente na 16ª Edição do Congresso de Atuação Responsável


Imagem ilustrativa. Divulgação CRQ da XVIII Região.

Tópico 01341

O desenvolvimento sustentável na indústria química do Brasil foi tema de palestra do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, na abertura da 16ª Edição do Congresso de Atuação Responsável, evento sobre meio ambiente, saúde e segurança no trabalho promovido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), em São Paulo.

“Se a gestão das substâncias químicas não for adequada, haverá riscos significativos cada vez mais complexos para a saúde e os ecossistemas, com custos consideráveis às economias nacionais e à sociedade. Todo o ciclo de vida de um produto químico deve ser analisado, de forma a evitar tais riscos”, afirmou Sarney Filho.

A Abiquim coordena, no Brasil, o Programa Atuação Responsável, iniciativa voluntária que contribui para que os produtos químicos sejam produzidos e utilizados de forma a minimizar os efeitos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente até 2020, conforme determinação da Abordagem Estratégica Internacional para a Gestão de Substâncias Químicas.


Livre de tóxicos

Para o ministro do Meio Ambiente, a gestão adequada de produtos químicos contribuirá para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. “A promoção de ciclos de materiais não tóxicos e o melhor acompanhamento das substâncias químicas presentes em produtos de consumo irá facilitar a reciclagem e melhorar a absorção de matérias-primas secundárias”, enfatizou.

“Muito ainda precisa ser feito para que o Brasil atinja a ambição global de possuir um Ambiente Livre de Tóxicos (Non-toxic Environment) até 2030”, afirmou o ministro. Segundo ele, o fundamental é promover um meio ambiente de qualidade, onde os níveis de poluentes produzidos pelo homem não tenham um impacto significativo ou representem riscos à saúde humana.

Sarney Filho lembrou a importância da ratificação, pelo Brasil, da Convenção de Minamata sobre Mercúrio, que tem por objetivo reduzir dos riscos médicos e ambientais provenientes da exposição a este metal pesado perigoso.


Cadastro Nacional

O ministro também destacou a elaboração do Projeto de Lei que cria o Cadastro Nacional de Substâncias Químicas Industriais, coordenado pelo MMA, como instrumento que dará ao poder público e à sociedade a oportunidade de conhecer o universo de substâncias químicas e dos resíduos perigosos que circulam no País.

“Depois de passar pelo processo de consulta pública, encerrado no fim de setembro, o texto será encaminhado ao Congresso Nacional. O Ministério do Meio Ambiente se esforçará para aprovar essa lei, que permitirá a avaliação e o controle de substâncias químicas industriais no Brasil, ainda neste governo”, enfatizou Sarney Filho.


Avanços

Segundo o presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos de Marqui, a indústria química está cada vez mais comprometida em atuar com sustentabilidade, usando menos matéria prima, reciclando, emitindo menos gases do efeito estufa, entre outras medidas.

“Queremos mostrar o quanto os avanços tecnológicos têm influenciado a vida do cidadão. Nossa expectativa é que todas as empresas associadas passem pelo processo de auditoria para levantar o que tem sido feito sobre geração e redução de resíduos, emissão de gases do efeito estufa, utilização de produtos não tóxicos”, explicou o diretor.

Com um público de mais de 500 participantes, o evento reúne, até esta quarta-feira (19/10), profissionais de empresas nacionais e estrangeiras, interessados em acompanhar os mais diversos debates relativos às boas práticas preconizadas pelo programa Atuação Responsável, implementado pela Abiquim em 1992.


Segundo dia

O MMA também esteve presente no segundo dia do evento. Nelcilândia Kamber, especialista em políticas públicas da SMCQ/MMA, apresentou, nesta quarta-feira (19/10), a agenda e o Plano Nacional de Adaptacâo à Mudança do Clima, destacando desafios e oportunidades para a indústria química nesse contexto. Nelcilândia ressaltou que "o desafio de lidar com riscos associados à mudança do clima também está presente na esfera de atuação do setor privado e que o MMA está aberto a diálogos e parcerias".

Como exemplo, citou os resultados de um projeto do MMA com o setor privado, a Embaixada Britânica e o UK Climate Impacts Programme (UKCIP). O Plano corporativo de adaptação à mudança do clima da empresa Braskem, experiência exitosa, também foi apresentado no mesmo painel.









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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas aclama António Guterres como novo secretário-geral


Imagem ilustrativa. Divulgação: Consulado de Portugal no Brasil

Tópico 01340

O Consulado Geral de Portugal em São Paulo parabenizou o engenheiro António Guterres por sua aclamação por unanimidade ao posto mais alto da Organização das Nações Unidas, ocorrida hoje (13) em Nova Iorque.

Após seis vitórias consecutivas nas várias votações que antecederam a escolha final – e tendo terminado com uns impressionantes 13 votos favoráveis e nenhum contra – o antigo Primeiro-Ministro de Portugal (1995-2002) e ex-Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (2005-2015), foi hoje confirmado como o próximo Secretário-Geral da ONU. A decisão foi unânime e terminou com uma aclamação geral. Nas palavras de Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, é bom quando ganham os melhores.

Aproveitamos também para dar os parabéns a todo o corpo diplomático português pelo trabalho de equipe, realizado por todos os cantos do mundo, que resultou no triunfo nesta eleição. Destaque especial para a equipe portuguesa em Nova Iorque, liderada pelo Embaixador Álvaro Mendonça e Moura.

O novo Secretário-Geral da ONU assume a função no dia 1º de Janeiro de 2017.










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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Escola Paulista da Magistratura abre inscrições para seminário sobre “Crianças Indígenas”


Imagem meramente ilustrativa. Divulgação: Escola Paulista da Magistratura

Tópico 01339

Até o dia 17 de outubro (ou até o preenchimento das vagas), estão abertas as inscrições para o seminário Crianças Indígenas, promovido pela Escola Paulista da Magistratura - EPM, em parceria com a Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ/TJSP).

O evento será realizado no dia 20 de outubro, das 10 às 12h30, na Sala do Servidor do Fórum João Mendes Júnior (Praça João Mendes Júnior s/nº – 16º andar – sala 1.629).

As inscrições são gratuitas e abertas a magistrados, servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, promotores de Justiça, defensores públicos, advogados, delegados, assistentes sociais e psicólogos e demais interessados.

São oferecidas 280 vagas presenciais e 400 vagas para a modalidade a distância. Haverá emissão de certificado de participação aos inscritos que registrarem frequência integral (para registro de frequência, o participante deverá assistir o evento em até 48 horas do início da transmissão).

Inscrições: os interessados deverão preencher a ficha de inscrição diretamente no site da EPM, selecionando a modalidade desejada (presencial ou a distância). Após o envio da ficha, será automaticamente remetido e-mail confirmando a inscrição. Os matriculados na modalidade a distância deverão aguardar o login e a senha de acesso, que serão enviados para o e-mail informado na ficha de inscrição.


Importante

1. A inscrição do candidato importará conhecimento de todas as instruções, tais como se acham estabelecidas nesta página, não podendo ser alegada qualquer espécie de desconhecimento.

2. Os funcionários do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo deverão observar as normas contidas na Portaria Conjunta nº 1/2012, publicada no DJE em 28/9/2012, págs. 1 a 4 e alteração publicada no DJE em 1/2/2013, pág. 1.

3. Não será permitida alteração da modalidade escolhida (presencial ou a distância) após o envio da ficha de inscrição.

4. Os alunos inscritos na modalidade a distância deverão acessar à palestra no seguinte endereço eletrônico: http://www.nucleomedia.com.br/tjsp-cij

5. Os alunos inscritos na modalidade à distância só terão computada a frequência se assistirem integralmente à aula dentro do período de 48 horas, contado do horário previsto para o seu início.

6. Os alunos inscritos na modalidade à distância desde já ficam cientes de que não será computada a frequência para aqueles que acessarem o curso por meio de smartphones e/ou tablets.

7. Inobstante o envio do cartão de estacionamento, não há disponibilidade de vagas na garagem.

8. Com relação à frequência do servidor do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na unidade de trabalho, cabe ao superior imediato providenciar os ajustes necessários no módulo de frequência, utilizando-se dos códigos 586 (entrada tarde) e 587 (saída antecipada).


Programação

10h – Abertura

Antonio Carlos Villen – desembargador diretor da EPM

Eduardo Cortez de Freitas Gouvêa – desembargador coordenador da CIJ/TJSP

Antonio Carlos Malheiros – desembargador e integrante consultor da CIJ/TJSP

Paulo Roberto Fadigas Cesar – juiz da Vara da Infância e da Juventude do Foro Regional VI – Penha de França e integrante da CIJ/TJSP

Gabriel Pires de Campos Sormani – juiz assessor da Corregedoria Geral da Justiça e integrante da CIJ/TJSP


10h15 – Exposição

Reinaldo Cintra Torres de Carvalho – desembargador vice-coordenador da CIJ/TJSP

Daniel Issler – juiz assessor da Vice-Presidência e membro da Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo


12h – Perguntas e encerramento

Coordenação dos trabalhos: desembargador Antonio Carlos Malheiros


Inscrições


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Dica: Conselho Regional de Química de São Paulo promove o III Fórum de Ensino Superior na Área Química




Inscrições


Veja também;






Fonte: Conselho Regional de Química da IV Região.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental Marcelo Gil.


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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

STJ reconhece direito de transporte de água através de imóvel vizinho

Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01337

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que reconheceu o direito de passagem de água por terreno alheio, diante do reconhecimento do direito de vizinhança correspondente.

O recurso especial da empresa proprietária do terreno discutia obrigatoriedade de sujeitar seu imóvel à passagem de água entre imóveis não contíguos, mas o colegiado, de forma unânime, reconheceu a aplicação do direito de vizinhança no caso.

Na ação original, a Lemann Agroflorestal relatou que firmou contrato de arrendamento para utilização de um açude em São Lourenço (RS) com o objetivo de irrigar um outro imóvel, que seria destinado ao plantio de arroz. Para construir o sistema irrigatório, seria necessário reativar uma servidão de aqueduto anteriormente existente nas terras da empresa Agropecuária da Várzea Bonita.


Indenização

Em primeira instância, o magistrado julgou procedente o pedido da Lemann e autorizou a reativação da servidão de aqueduto, com averbação da construção em cartório. Como forma de compensação pela construção da passagem, o juiz estabeleceu indenização em produtos pela área efetivamente ocupada pelo canal.

O TJRS manteve a sentença por fundamento diverso, reconhecendo o direito de condução da água por terreno alheio, mediante prévia indenização ao proprietário, em razão da incidência do direito de vizinhança no conflito, de forma que cada proprietário possa exercer plenamente seu direito de propriedade.

Por entender tratar-se de direito de vizinhança, o TJRS decidiu afastar a necessidade de registro da servidão de aqueduto na matrícula do imóvel da empresa agropecuária.

Insatisfeita com a reforma parcial da sentença, a Várzea Bonita recorreu ao STJ, sob o argumento de que a instituição do canal de irrigação deveria ser precedida de reconhecimento de direito real da Lemann às águas, o que somente ocorreria se o imóvel beneficiado fosse contíguo ao açude. A agropecuária também alegou que não seria possível desviar os recursos hídricos de forma artificial, em favor de local que não os recebesse naturalmente.


Direito à água

A ministra relatora, Nancy Andrighi, destacou que o direito à água é inerente à compreensão da função social da propriedade, podendo, por esse motivo, ser compreendido como um verdadeiro direito de vizinhança sob a ótica do direito civil. Como consequência, o aproveitamento dessa riqueza natural deve ser franqueado aos proprietários de imóveis abastecidos ou não por esse recurso.

Entretanto, a ministra ressaltou que “a obrigatoriedade do proprietário sujeitar seu imóvel à passagem de águas em favor de terreno alheio, prevista no artigo 1.293 do Código Civil de 2002, pressupõe a impossibilidade de acesso às águas por outros meios, fato verificado pelo tribunal gaúcho no caso analisado, já que se houver outros meios passíveis de acesso à água, não deve ser reconhecido o direito de vizinhança, pois a passagem de aqueduto, na forma assim pretendida, representa mera utilidade, restando ao proprietário a possibilidade de instituição de servidão, nos termos do artigo 1.380 do CC/02”.

“Diante disso, constata-se que, de fato, trata-se de direito de vizinhança, inerente à propriedade de imóveis vizinhos – não necessariamente contíguos –, cuja única exigência para exercício é o pagamento de prévia indenização”, concluiu a relatora ao negar o recurso da empresa agropecuária.










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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Dica: STJ abre inscrições para curso de Gestão Socioambiental a partir de segunda-feira (10)


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01336

Serão abertas às 13h da próxima segunda-feira (10) as inscrições para o curso Introdução à Gestão Socioambiental: gestão mais consciente, administração eficiente, oferecido pelo programa Conexão Cidadã, da Seção de Educação a Distância do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Haverá duas turmas, com 200 vagas cada uma, e o preenchimento seguirá a ordem de inscrição.

O curso vai de 17 de outubro a 18 de novembro, com carga horária total de 15h/a, e será aprovado o aluno que alcançar no mínimo 70% dos pontos nas atividades avaliativas. As inscrições se encerram às 23h59 do dia 11 de outubro.

Voltado para o público em geral, o curso tem o objetivo de aproximar o tribunal da sociedade, contribuindo para a disseminação de conhecimento e consolidando o STJ como Tribunal da Cidadania.

O conteúdo programático está dividido em três módulos e trata de temas como histórico da responsabilidade socioambiental, conceito de gestão pública socioambiental e uso racional dos recursos naturais e bens públicos.


Orientações técnicas

Para acessar o curso será necessário usar o navegador de internet Google Chrome ou o Mozilla Firefox e ter o plugin de execução de aplicativos Java (versão 6.0 ou superior). Além disso, recomenda-se que o leitor de arquivos PDF seja o Acrobat Reader, e o e-mail ead@stj.jus.br deve estar adicionado à lista de e-mails confiáveis, caso o usuário tenha algum anti-spam em sua caixa de correio.

O programa Conexão Cidadã está previsto nas iniciativas do Plano Estratégico 2020, de forma a contribuir com o objetivo de promover a cidadania.

Mais informações podem ser obtidas na Seção de Educação a Distância pelos telefones: (61) 3319-8392 e 3319-9651 ou pelo seguinte e-mail: ead@stj.jus.br.










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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Dica: 8º Congreso Internacional de Medio Ambiente y Derecho Ambiental - ATINA 2016




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GREENPEACE: Quarenta e cinco anos empoderando pessoas


Imagem ilustrativa. Divulgação Greenpeace Brasil


Publicado originalmente no site oficial do Greenpeace Brasil.
Tópico 01334

O Greenpeace começou com um punhado de homens e mulheres na cidade portuária de Vancouver, na costa do Pacífico do Canadá, que ofereceram seu tempo, energia e habilidades criativas para alcançarem algo maior que eles mesmos. Este pequeno grupo trabalhou em conjunto para protestar contra um teste nuclear planejado na ilha de Amchitka, ao largo da costa do Alasca.

Depois de levantar fundos e adquirir um barco, conhecido como Phyllis Cormack, que foi re-batizado posteriormente de “Greenpeace”, o pequeno grupo de ativistas partiu em sua viagem, mas, infelizmente, as autoridades norte-americanas interceptaram o barco e a tripulação voltou para casa.

Apesar de uma versão simplificada da história, que foi o início de uma jornada muito maior, os esforços corajosos do pequeno grupo de ativistas, que foi à luta mesmo em face da grande dificuldade e da dúvida do que viria a acontecer, ajudaram a sensibilizar a opinião pública garantindo o crescimento da oposição contra os testes necleares. Juntos construímos essa história que mostra que pequenos grupos de pessoas podem reunir as comunidades, de maneira que antes se pensava ser impossível, em direção a um objetivo comum. Este tipo de colaboração pode revelar as semelhanças das pessoas, que, neste caso, uniram seus interesses coletivos para proteger o meio ambiente.

Desde 1971, o Greenpeace teve muitas vitórias e perdas. Hoje, em nosso quadragésimo quinto aniversário, comemoramos essas vitórias, mesmo à medida que continuamos a aprender com nossas perdas. Queremos reconhecer e agradecer a todas as pessoas que estiveram envolvidas desde o início; aqueles que passaram quase uma vida inteira trabalhando incansavelmente em nossas causas. Sem os ativistas e os ciber-ativistas, nossos navegantes e representantes de campanhas, voluntários, cientistas, advogados, lobistas políticos, pesquisadores, doadores, apoiadores e aliados, o Greenpeace seria apenas uma palavra.

Nós somos os mais de 36.000 voluntários ativos em todo o mundo, que disponibilizam de seu tempo e energia para se unir à nossa luta. Nós celebramos estas pessoas que são uma força positiva da natureza, porque estamos diante de questões ambientais significativas que ameaçam mudar radicalmente a vida do planeta que chamamos de casa. A esperança de que podemos coletivamente mudar o curso em que estamos é inflexível e necessária.

A mudança climática é, sem dúvida, o maior problema global do nosso tempo. O Acordo de Paris é um grande passo para pôr em vigor e direcionar esta ação internacional de forma mais ambiciosa para manter a elevação da temperatura global em no máximo 1,5°C e mover-nos para 100% de energias renováveis ​​e limpa para todos. O Greenpeace está trabalhando para trilhar um futuro longe de uma economia baseada em combustíveis fósseis.

Com as mudanças climáticas, a acidificação dos oceanos é um efeito direto da absorção do dióxido de carbono em excesso (CO2), o que já está afetando a vida marinha. O Greenpeace quer mais áreas marinhas protegidas, a extinção da pesca ilegal e para isso está alinhado com grupos e organizações dando passos para salvar nossos oceanos de serem grandes depósitos de lixo.

Já elaboramos muitos trabalhos em conjunto com comunidades e grupos para fazer algo por nossas florestas milenares e florestas tropicais que estão em uma situação crítica de degradação . Este trabalho tanto apoia a biodiversidade única encontrada nessas grandes florestas como também ajuda a proteger o nosso clima, pois as florestas desempenham um papel crucial no equilíbrio entre nossos sistemas ambientais globais.

O Greenpeace também faz campanha para que seja possível produzir nossa comida de uma maneira saudável para o planeta, para as pessoas e também para o clima global. Estamos trabalhando por um futuro livre de tóxicos, onde perigosas substâncias químicas não serão mais produzidas e usadas no meio ambiente.

Além disso, seguimos lutando vigorosamente contra a energia nuclear, e embora os testes nucleares tenham recuado graças às pessoas que se manifestaram contra essas perigosas atividades, alguns países continuam a produzir armas nucleares. Precisamos que a União Europeia proíba de uma vez o uso e desenvolvimento dessas armas.

A saúde do planeta depende da saúde de tudo que o compõe. Essas questões interconectadas são complexas e as soluções muitas vezes parecem distantes demais da realidade. Hoje, da mesma maneira que fizemos há 45 anos em Vancouver, vamos dar voz às pessoas e a chance de agir em favor do meio ambiente.

Martin Luther King Jr. uma vez disse: “O progresso humano não é nem automático nem inevitável. Todo passo dado em direção à justiça requer sacrifício, sofrimento e luta; a incansável e apaixonada preocupação de indivíduos”.

Nos dias de hoje, a urgência de proteger nossas comunidades e o planeta está cada vez maior. As pessoas precisam se sentir cada vez mais empoderadas. Pessoas tomando ações não-violentas, testemunhando, expondo crimes ambientais, investigando problemas e propondo soluções.

Mais e mais pessoas acreditam na causa e estamos dispostos a sonhar alto para que o nosso mundo verde e justo possa um dia se tornar real.

Feliz Aniversário, Greenpeace!


Junte-se ao GREENPEACE


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