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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Unesco e Riaej promovem concurso sobre desenvolvimento sustentável


Imagem ilustrativa. Divulgação: UNESCO e RIAEJ

Tópico 01385

“Transformar Nuestro Mundo: la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible” é o tema do concurso internacional de ensaios promovido pela Rede Ibero-Americana de Escolas Judiciais (Riaej) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), com o apoio do governo da Suécia. O objetivo é que a comunidade judicial ibero-americana elabore trabalhos sobre os alcances e as implicações das metas previstas no Objetivo 16 da Agenda de Desenvolvimento Sustentável mundial.

Vários dos temas aprovados e que entraram em vigor em janeiro de 2016 estão compreendidos nas metas previstas no Objetivo 16: promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, facilitar o acesso à Justiça para todos e criar instituições eficazes, responsáveis e inclusivas para todos os níveis.


Cronograma

Os ensaios poderão ser apresentados até 15 de maio à Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), a qual realizará pré-seleção até o dia 31 desse mês. Os jurados internacionais do concurso terão até 30 de junho para selecionar os ganhadores, e em 15 de julho serão publicados os dez ensaios vencedores.

O primeiro colocado será premiado com uma viagem para conhecer a Corte Interamericana de Direitos Humanos, localizada em San José, na Costa Rica.

As normas para participar do concurso podem ser visualizadas abaixo ou clicando no link Regulamento em PDF.

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas pelos organizadores do concurso, pelo seguinte e-mail: concursodeensayosunescoriaej@gmail.com e o ensaio deverá ser encaminhado à Enfam pelo e-mail: enfam@enfam.jus.br
















Veja também;






Fonte: Unesco (Oficina Regional de Montevideo).

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental MARCELO GIL.

                                                  
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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Votação aberta para o Prêmio Nacional da Biodiversidade


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01384

Está aberta a votação eletrônica ao Prêmio Especial - Júri Popular para escolha do melhor projeto entre os 17 finalistas da segunda edição do Prêmio Nacional de Biodiversidade. Promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o certame tem como objetivo reconhecer as atividades e projetos do setor público, privado, organizações sociais e profissionais, que se destacam por buscar a melhoria do estado de conservação das espécies da biodiversidade brasileira.

Para votar, basta acessar o portal do prêmio, onde há vídeos e informações sobre cada finalista, e escolher uma ou mais iniciativas. Vence aquela que conseguir o maior número de votos. O prazo se encerra ao meio-dia (12h, no horário de Brasília) de 22 de maio de 2017.


Cerimônia

A cerimônia de entrega do prêmio ocorrerá em Brasília, no dia 22 de maio, data em que se comemora o Dia Internacional da Biodiversidade. Na ocasião, serão divulgados os vencedores de cada categoria: sociedade civil, empresas, academia, órgãos públicos, imprensa e Ministério do Meio Ambiente. 

Todos os 17 finalistas receberão um certificado e uma viagem à capital federal para participar da solenidade. Os vencedores receberão o troféu do II Prêmio Nacional de Biodiversidade, feito pelo artista plástico Darlan Rosa, em reconhecimento às ações em prol da biodiversidade.










Veja também;







                                                  
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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Devolução de peixe vivo ao rio após pesca em "local proibido" afasta crime ambiental decide o STJ


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01383

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não considerou crime ambiental a pesca feita com vara, em local proibido, de um bagre que foi devolvido ainda vivo ao rio. O fato ocorreu na Estação Ecológica de Carijós, em Florianópolis, local voltado para a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas.

A decisão reconheceu a atipicidade da conduta do pescador, pois a devolução do peixe vivo ao rio demonstrou “a mínima ofensividade ao meio ambiente”, conforme afirmou o relator do processo, ministro Nefi Cordeiro.

O recorrente foi flagrado por agentes de fiscalização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio com o bagre ainda vivo na mão, uma vara de molinete e uma caixa de isopor em local proibido para a pesca.

Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) pela prática do crime previsto no artigo 34 da Lei 9.605/98. Entretanto, o magistrado de primeiro grau aplicou o princípio da insignificância e rejeitou a denúncia, por entender inexpressiva a lesão jurídica provocada, faltando “justa causa para a persecução criminal”, que seria “absolutamente desproporcional” diante do fato ocorrido.


Amador ou profissional

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) considerou que a conduta de entrar na estação ecológica com material de pesca e retirar bagre do rio afastava a aplicação da insignificância, “não importando a devolução do peixe ainda vivo”, e que o material apreendido demonstrava “certa profissionalidade” do acusado.

No STJ, o ministro Nefi Cordeiro afirmou que, "segundo a jurisprudência do tribunal, somente haverá lesão ambiental irrelevante no sentido penal quando a avaliação dos índices de desvalor da ação e de desvalor do resultado indicar que é ínfimo o grau da lesividade da conduta praticada contra o bem ambiental tutelado, isto porque não se devem considerar apenas questões jurídicas ou a dimensão econômica da conduta, mas deve-se levar em conta o equilíbrio ecológico que faz possíveis as condições de vida no planeta”.

A turma entendeu que os instrumentos utilizados pelo recorrente (vara de molinete, linhas e isopor) são de uso permitido e não configuram profissionalismo, mas, ao contrário, “demonstram amadorismo do denunciado”. Além disso, como houve a devolução do peixe vivo ao rio, os ministros consideraram que não ocorreu lesão ao bem jurídico protegido pela lei, sendo a conduta atípica.








Veja também;







                                                  
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Dica: Iniciativa dos ministérios do Meio Ambiente e da Cultura incentiva filmes com temas ambientais


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01382

O estudante mineiro Daniel Drumond, 23 anos, saiu de Belo Horizonte para morar em São Paulo há quatro anos. Sua ideia de cursar Publicidade e Propaganda na Universidade de São Paulo (USP), curso que está concluindo. Esbarrou em uma paixão: o cinema documental.

Atuando na área de forma independente e ainda em início de carreira, ele teve duas das suas três produções, Carne e Casca e Uma pontinha de sabores, ambas de 2016, selecionadas para compor o Circuito Tela Verde (CTV).

O CTV é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, por meio do Departamento de Educação Ambiental (DEA) da Secretaria de Articulação Institucional, em parceria com a Secretaria do Audiovisual (SAV), do Ministério da Cultura.

O Circuito promove regularmente a Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente, que exibe vídeos de conteúdo socioambiental em todo território nacional e até fora do país. Desde 2009, o projeto já teve sete edições, 322 vídeos selecionados e 8.734 espaços exibidores.

Estou feliz demais. Começo com o pé direito minha carreira documental – atuando com uma temática que me interessa demais, meio ambiente, e fazendo parte do Circuito Tela Verde”, conta Daniel, conhecido como Dani Drumond.

Tudo começou quando ele foi selecionado para fazer um curso promovido pelo projeto francês Ateliers Varan em Pernambuco, onde deveria escolher o tema para a realização de um documentário. Teve três dias para aceitar a proposta e se mudar de São Paulo para Recife. “Não conhecia a cidade e descobri, olhando no mapa, a Ilha de Deus, uma comunidade de pescadores e catadores de mariscos, inserida no centro da cidade, mas praticamente desconhecida”.

A ilha tem cerca de dois mil habitantes e fica no Parque dos Manguezais, reserva estuarina da Bacia do Pina. Daniel passou dois meses morando lá, com apoio de uma ONG local, com o objetivo de se inserir na realidade dos seus habitantes, ao tempo em que buscava tornar sua câmera invisível para interferir o mínimo possível nos costumes da comunidade.

O resultado é um filme com pouco mais de 25 minutos em que acompanha Mosquito, como é chamado o pescador José Joaquim, morador mais antigo do lugar, sua família e rotina de trabalho, desde o amanhecer, quando entram no rio, passando pelo beneficiamento artesanal do produto até chegar à venda. “O pescador vive sem noção do tempo. Não tem hora certa para nada, para acordar, para comer”, reflete Mosquito.

A narrativa central é perpassada por problemas ambientais que ameaçam a continuidade do trabalho, como a poluição e o assoreamento do rio e, sociais, como a preocupação de Mosquito com o futuro dos netos.


Sabores

Com Uma Pontinha de Sabores, um vídeo institucional que aborda os resultados do Projeto Pequi, Daniel Drumond documenta a relação dos moradores da comunidade quilombola de Pontinha, em Paraopebas, região central de Minas Gerais, com o fruto típico do Cerrado.

Historicamente o pequi tinha menos valor do que a extração do minhocuçu, espécie de minhoca gigante que serve como isca para pesca e que corria risco de extinção. Com o projeto, a relação vem mudando e a comunidade tem se dedicado a valorizar e beneficiar a fruta, pelo uso sustentável, gerando trabalho e renda. Além de cuidar das árvores e produzir mudas que garantam a sua continuidade.

De acordo com Daniel, as minhocas se reproduzem na safra do pequi. Então, agora as duas atividades estão sendo executadas e no período certo.

A comunidade passou a ter outra relação com o bioma como um todo e hoje já são pessoas diferentes. Nos dois casos, tanto em Pernambuco quanto em Minas, percebemos um empoderamento dos atores sociais depois do trabalho documental”, afirma.


Quanto vale 1/3 ?

É a pergunta que dá título ao média-metragem de Lucas Gayoso de Moura Ernest Dias e Camila Nogueira, produzido como trabalho de conclusão do curso de Ciências Ambientais, da Universidade de Brasília (UnB), e também selecionado pelo Circuito Tela Verde.

O filme se baseia em estudo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado em 2013 e revisado em 2015, que aponta que 1/3 dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados ao longo do processo produtivo, desde a produção agrícola até o consumidor final.

A produção foi exibida no Encontro Nacional de Estudantes de Ciências Ambientais, na Universidade Federal Fluminense, em Niterói-RJ, no ano passado, e está inscrita no Festival Internacional de Cinema Ambiental (FICA), que acontece na cidade de Goiás, em junho de 2017. 

A inclusão no CTV significou o reconhecimento a um trabalho árduo e foi “motivo de alegria e orgulho” para a equipe envolvida, conta Lucas.

Segundo ele, o trabalho foi colaborativo – equipamentos de captação de som e imagem foram emprestados, imagens de arquivo cedidas e profissionais renomados na área fizeram uma espécie de consultoria, como o diretor Douro Moura.

Com a possibilidade de ser visto por centenas de pessoas por meio dos espaços exibidores do circuito, Lucas espera que Quanto vale 1/3 passe uma mensagem de alerta. “Queremos que as pessoas tomem consciência e, mais que isso, tenham comprometimento com a questão. E não só os consumidores, mas todos os agentes envolvidos. Não faz sentido a abundância de recursos e a dimensão do desperdício”, alerta.


Debates

Para a analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Ana Luísa Campos, o Circuito Tela Verde estimula o debate sobre questões socioambientais, gerando reflexão e fomentando processos educativos.

Ela diz que a aceitação do material distribuído é muito grande e, a cada ano, o número de espaços exibidores aumenta. “As inscrições para lugares interessados em receber o KIT do CTV este ano estão abertas no nosso site”, avisa.

Ana Luísa faz parte da equipe de curadoria que seleciona os vídeos. Ela diz que os critérios avaliados incluem a abordagem da questão ambiental, a criticidade, a qualidade de som e imagem e o diálogo com a Política Nacional de Educação Ambiental. Neste ano, 20 vídeos foram escolhidos para fazer parte do CTV.

O secretário de Articulação Institucional do MMA, Edson Duarte, afirma que a secretaria tem estimulado e incentivado a realização do Circuito porque é um reconhecimento a quem faz arte em favor da vida, do meio ambiente e, uma forma de oportunizar o acesso às obras selecionadas. “O CTV é um sucesso e queremos que seja ampliado. Estamos trabalhando para isso e nos empenhado em fazer com que todas as outras agendas, movimentações e mobilizações tenham o Circuito Tela Verde como ponto de chegada”, afirma Duarte. “Que aproveitem as seleções e a boa coleção de obras que juntam arte com meio ambiente”, conclui.








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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Dica: Superior Tribunal de Justiça abre inscrições para curso de Gestão Socioambiental


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01380

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio do programa Conexão Cidadã, da Seção de Educação a Distância, abrirá inscrições para o curso on-line Introdução à Gestão Socioambiental. As inscrições estarão disponíveis a partir das 13h da próxima segunda-feira (24) até as 19h de quarta-feira (26) e poderão ser feitas no portal do STJ.

O curso tem o objetivo de promover conhecimentos e práticas para que os cidadãos atuem como agentes transformadores por meio da responsabilidade socioambiental.

Serão ofertadas duas turmas, com 200 vagas em cada uma. Pode participar qualquer interessado no tema.

As aulas ocorrerão no Portal de Educação a Distância do STJ, de 2 a 22 de maio de 2017, e a carga horária é de 15 horas/aula. Será aprovado o aluno que alcançar no mínimo 70% dos pontos das atividades avaliativas.


Orientações técnicas

Para acessar o curso é necessário que o navegador de internet seja Google Chrome ou Mozilla Firefox e tenha o plugin de execução de aplicativos Java (versão 6.0 ou superior). Além disso, recomenda-se que o leitor de arquivos PDF seja o Acrobat Reader e que o e-mail ead@stj.jus.br esteja adicionado à lista de endereços confiáveis, caso se utilize algum tipo de anti spam na caixa de correio.

Mais informações sobre o curso Introdução à Gestão Socioambiental podem ser encontradas no link abaixo. Para esclarecimentos sobre os cursos on-line do STJ, acesse Perguntas Frequentes ou entre em contato pelo seguinte e-mail: ead@stj.jus.br







Veja também;







                                                  
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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo apresenta ‘TJ Sustentável’ aos integrantes do Órgão Especial


Imagem ilustrativa. Divulgação: TJSP

Tópico 01379

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, apresentou no Órgão Especial de hoje (19) o programa TJ Sustentável, competição saudável entre os prédios do Judiciário paulista pela economia de recursos naturais e bens públicos, com o objetivo de estimular o consumo consciente. Na ocasião foi exibido vídeo sobre o projeto.

Pelo terceiro ano consecutivo o TJSP promove a competição. Em 2017 a meta das unidades é a redução no consumo de água, energia elétrica e papel sulfite, além da implantação de coleta seletiva. “Uma novidade é a ampliação do número de participantes, com a inclusão dos edifícios administrativos e do Segundo Grau”, contou o presidente.

Paulo Dimas também destacou os excelentes resultados alcançados nos anos anteriores. Em 2016 a competição proporcionou a economia de 5,1 milhões de quilowatts/hora; R$ 481 mil em contas de telefone e 2,4 milhões de copos descartáveis. Em razão do sucesso, o projeto tornou-se política pública permanente no Judiciário paulista a partir da publicação da Portaria 9.396/17.


Jogo TJ Sustentável

Cada unidade participante tem uma árvore virtual que ficará mais frondosa de acordo com os índices de economia obtidos, também transformados em pontuação. As árvores poderão ser visualizadas no hotsite do projeto a partir de junho (www.tjsp.jus.br/tjsustentavel).

Ao final da competição, que se estende de abril a novembro, o prédio com maior número de pontos é o vencedor. Como prêmio, recebe o “Selo Verde 2017”.

Além disso, entidades parceiras doaram dez bicicletas e trinta cestas natalinas, que serão distribuídas entre os três primeiros colocados, para sorteio entre os servidores das unidades:

1º colocado – 5 bicicletas e 10 cestas

2º colocado – 3 bicicletas e 10 cestas

3º colocado – 2 bicicletas e 10 cestas






Veja também;






Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental MARCELO GIL.

                                                  
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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Tribunal de Justiça de Minas Gerais instala unidade do Cejusc em Mariana


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01378

Mariana, cidade palco de um dos maiores desastres ecológicos do país, com o rompimento da Barragem de Fundão, recebeu o Cejusc (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania). A solenidade de instalação foi realizada no Salão do Júri do Tribunal de Justiça de Minas Gerais - TJMG.

O juiz auxiliar da 3ª Vice-Presidência, Maurício Pinto Ferreira, conduziu o evento, representando o 3º vice-presidente do TJMG, desembargador Saulo Versiani Penna. O magistrado, depois de relembrar pontos da história da comarca, afirmou que ela deu um grande passo em direção a uma justiça mais célere e à redução do acervo processual, com a instalação do Cejusc. “Mais do que isso, porém, ela oferece, para toda a população, a sensação de que a Justiça busca tornar-se próxima, ampla e acessível”, afirmou.

Ele convidou todos os operadores do direito e todas as instituições envolvidas — Ministério Público, Defensoria Pública e OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) — a abraçar a causa do Judiciário e construir um futuro fundado na conciliação e na mediação.

A diretora do foro, juíza Marcela Oliveira Decat Moura, se expressou sobre a satisfação pessoal de poder acompanhar esse momento tão importante na história da cidade. “É uma honra, como magistrada, participar da inauguração do Cejusc de Mariana, recentemente assolada por uma tragédia socioambiental sem precedentes na história de nosso País”, afirma.

A magistrada disse ainda que a comarca de Mariana vai desenvolver uma política de tratamento adequado à solução de conflitos, com os olhos sempre voltados para a promoção da pacificação social, em cooperação com a sociedade e com todas as instituições envolvidas.






Veja também;






Fonte: Conselho Nacional de Justiça e Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental MARCELO GIL.

                                                  
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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Ministro do Meio Ambiente defende conservação dos biomas


Imagem ilustrativa

Tópico 01377

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, promoveu na sexta-feira (7/4), em São Luís (MA), a cerimônia de acolhimento da Campanha da Fraternidade de 2017 pelo Ministério do Meio Ambiente, que tem como tema “Biomas brasileiros e defesa da vida”. O evento, realizado na Faculdade Católica, contou com a participação do arcebispo de São Luís, dom José Belisário da Silva, que agradeceu a oportunidade "de abrir um diálogo com o ministério sobre o tema".

A cerimônia contou com a participação do reitor da faculdade, padre Abraão Collins; deputado federal Victor Mendes; deputado estadual Adriano Sarney; superintendente do Ibama no Maranhão, Pedro Leão; representantes da Comissão de Justiça e Paz e alunos da Faculdade Católica.

Ao falar sobre a iniciativa de pasta de reforçar as ações da campanha lançada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o ministro Sarney Filho afirmou que o tema deste ano é tão relacionado ao trabalho do Ministério do Meio Ambiente, “que passou a fazer parte da agenda do MMA”.

A exemplo da programação realizada no dia 15 de março, quando o MMA, junto com a Frente Parlamentar Ambientalista realizou evento em Brasília, com a presença do secretário-geral da entidade, dom Leonardo Steiner, o arcebispo de São Luís participou, junto com o ministro, do plantio e da bênção de 240 mudas, doadas pelo Ibama-MA, que representavam os cinco biomas brasileiros. O ministro plantou um pau-brasil e dom Belisário, uma castanheira do brasil.

Toda parceria é bem-vinda quando se trata de proteger o meio ambiente”, disse dom Belisário, que chamou a atenção para os problemas enfrentados pelo Maranhão com as ameaças de destruição dos diferentes ecossistemas encontrados no estado.


Vegetação Nativa

O ministro reforçou as palavras do arcebispo. “O Maranhão é um estado especial, pois abriga nada menos do que três biomas: faz parte da Amazônia Legal e ainda conta com extensas áreas de Cerrado e de Caatinga. Eles têm suas riquezas e suas fragilidades próprias, mas todos precisam de cuidados para a proteção da vegetação nativa, da água, da biodiversidade”, alertou. “É preciso conhecer para cuidar e a Campanha, com muita propriedade, convida a ver, julgar e agir”, disse o ministro.

Depois de citar os biomas, inclusive o bioma marinho brasileiro, o ministro enfatizou a importância de proteção da água. "A proteção da vegetação nativa, especialmente em volta de nascentes e matas ciliares, é fundamental para a produção e o fornecimento de água. E as florestas são responsáveis pela evaporação e a permeabilidade do solo, controlando a erosão, diminuindo a gravidade das enchentes, favorecendo as precipitações e alimentando os lençóis freáticos", afirmou Sarney Filho.

"Por isso, nesses tempos de crise hídrica em que vivemos, ações de recomposição da cobertura vegetal merecem destaque. O ministério está assumindo essa pauta, que irá beneficiar todos os biomas. Os rios precisam de árvores", defendeu.



Veja também;







                                                  
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