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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Lei de Acesso e Repartição de Benefícios da Biodiversidade é regulamentada


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01272

A Lei de Acesso e Repartição de Benefícios da Biodiversidade está regulamentada. O Diário Oficial da União publicou na quinta-feira (12/05), decreto assinado pela presidenta Dilma Rousseff e os ministros de estado da Justiça, Eugênio de Aragão, da Agricultura, Kátia Abreu, da Indústria e Comércio, Fernando Furlan, do Meio Ambiente, Izabella Teixeira e do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias. O documento foi construído ao longo de um ano, passou por consulta pública e é fruto de entendimentos com todos os setores envolvidos.

Além das pastas que assinam o decreto, os povos indígenas, povos e comunidades tradicionais, agricultores familiares, academia e representantes do setor privado participaram de sua concepção. O esforço exigiu reuniões quase diárias, oficinas com povos e comunidades em todas as regiões do país e reflete o melhor consenso possível, dada a complexidade do tema e a pluralidade dos setores envolvidos.

O governo federal buscou compatibilizar o acesso desburocratizado à biodiversidade, sua pesquisa e exploração econômica, com a garantia da repartição dos benefícios gerados e dos direitos de povos e comunidades. O decreto regulamenta o Conselho de Gestão do Patrimônio Genético, define sua estrutura, estabelece regras para o acesso à biodiversidade e repartição de benefícios, além de definir infrações e sanções administrativas.


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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Prazo para pequenos produtores rurais e agricultores familiares aderirem ao Cadastro Ambiental Rural é ampliado até cinco de maio de 2017

Imagem ilustrativa

Tópico 01271

Governo Federal estendeu até 05 de maio de 2017 o prazo para os pequenos produtores rurais e agricultores familiares aderirem ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). A medida provisória atende à reivindicação dos movimentos sociais, assegurando a mais de 1 milhão de proprietários e posseiros, ainda não cadastrados, todos os benefícios previstos no Código Florestal.

Para os proprietários de imóveis rurais com mais de 4 módulos fiscais, o equivalente a áreas superiores a 110 hectares, o prazo venceria nesta quinta-feira (5/5). Mas o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que administra o Sistema de Cadastramento Ambiental Rural, alerta que o programa de adesão (www.car.gov.br) na internet continuará a receber os cadastrados após essa data. No entanto, o SFB esclarece que, a partir da meia-noite desta sexta (6/5), o Sistema de Cadastramento Ambiental Rural estará em manutenção, com cadastramento temporariamente suspenso.


Médios e grandes

O CAR não estará encerrado e nem deixa de ser obrigatório para os médios e grandes proprietários. O que eles perdem por não ter se cadastrado no prazo previsto no Código, que completa hoje 4 anos, são os benefícios do Programa de Regularização Ambiental (PRA), aplicável nos casos da existência de passivos ambientais. Ficam, também, sujeitos a restrições de crédito agrícola após 2017.

Raimundo Deusdará, diretor geral do SFB, explicou que a decisão do governo foi motivada pela necessidade de dar tratamento diferenciado aos pequenos proprietários e à agricultura familiar. “É uma característica do novo Código tratar os diferentes de forma diferente. Ele explica que o governo ganha mais um ano para prestar o apoio necessários a esse setor da sociedade”.

O que diz o Código:

Art. 3º. – V - Pequena propriedade ou posse rural familiar: aquela explorada mediante o trabalho pessoal do agricultor familiar e empreendedor familiar rural, incluindo os assentamentos e projetos de reforma agrária, e que atenda ao disposto no art. 3o da Lei no 11.326, de 24 de julho de 2006;

Art. 3º. Parágrafo único. Para os fins desta Lei, estende-se o tratamento dispensado aos imóveis a que se refere o inciso V deste artigo às propriedades e posses rurais com até 4 (quatro) módulos fiscais que desenvolvam atividades agrossilvipastoris, bem como às terras indígenas demarcadas e às demais áreas tituladas de povos e comunidades tradicionais que façam uso coletivo do seu território.




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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Parque Nacional de Brasília recebe a tocha olímpica


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Tópico 01270

Símbolo dos jogos Rio-2016, a chama olímpica desembarcou na manhã desta terça-feira (3/5) em Brasília. O percurso de 105 km pela capital federal incluiu locais emblemáticos da cidade, como a Esplanada dos Ministérios, a Ponte JK e o Parque Nacional de Brasília (PNB), que recebeu a tocha por volta das 13h30 para um trajeto de aproximadamente 10 minutos entre a piscina Pedreira e a Trilha da Capivara.

Mais de 400 pessoas assistiram à passagem do fogo olímpico pelo parque, entre visitantes, alunos de escolas vizinhas e servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão responsável pela gestão do PNB, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). A chama atravessou a piscina Pedreira através das mãos de Flávia Cantal, representante da Associação Amigos do Parque Nacional de Brasília, para, em seguida, ser transferida para o seu segundo condutor, o servidor do ICMBio Mackinley de Souza. “É uma emoção muito grande participar desse momento histórico e poder representar a causa da conservação da biodiversidade”, afirmou Mackinley.

O servidor, que é cadeirante, falou ainda sobre a questão da acessibilidade. “Acho importante mostrar que a pessoa com deficiência deve estar inserida em todas as atividades coletivas. Eu sou um frequentador do parque, que é um pedaço do Cerrado ao lado da nossa casa”, completou. Após a conclusão do seu percurso, Mackinley entregou o fogo olímpico para Quedson da Conceição, 14 anos, aluno do Centro de Ensino Fundamental 02 da Estrutural. Quedson conduziu a tocha até o jogador de basquete Guilheme Giovannoni, que encerrou a passagem da chama olímpica pelo Parque Nacional percorrendo um pequeno trecho da Trilha da Capivara. Conheça mais sobre os condutores.


Referência comunitária

O Parque Nacional de Brasília foi escolhido pelo Comitê Gestor dos Jogos Olímpicos Rio-2016 para fazer parte do revezamento da tocha devido à forte relação com a comunidade e à sua grande importância ambiental. Bastante conhecido pelos atrativos de lazer da área das piscinas (batizada de Água Mineral), o PNB protege aproximadamente 42 mil hectares de flora e fauna típicas do Cerrado, além das principais bacias que forneceram água potável para Brasília.

“O Parque Nacional é um símbolo da cidade e representa o desafio do futuro: conciliar desenvolvimento urbano e conservação da biodiversidade. Para o ICMBio é motivo de orgulho participar da passagem da tocha olímpica”, ressaltou Cláudio Maretti, presidente do ICMBio.

Para a chefe do Parque, Juliana Barros, os locais selecionados para o revezamento da chama olímpica representam a nossa capital. “A escolha do Parque Nacional de Brasília demonstra a importância desse lugar para a sociedade”, afirmou a gestora da unidade de conservação.

Brasília foi a primeira cidade do país a receber a passagem da tocha, que ainda viajará por todo o Brasil, percorrendo 300 municípios, até chegar ao Rio de Janeiro, em 5 de agosto.




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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Campanha incentiva boas práticas ambientais para quem viajará para as Olimpíadas no Brasil


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01269

No sábado (30/04), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou da cerimônia que marcou a continuidade da campanha Passaporte Verde. O evento aconteceu no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, e contou com a presença do diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, do CEO do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Sidney Levy, dentre outros convidados.

Izabella Teixeira destacou que a campanha é um incentivo para o cidadão fazer escolhas no seu dia-a-dia que favorecem a agenda de produção e consumo sustentáveis. A ministra também agradeceu a parceria com o Pnuma: "Desde o momento em que o Pnuma instalou seu escritório no Brasil houve um fortalecimento da agenda ambiental na América do Sul e também permitiu que o Brasil pudesse ter avanços na Rio+20", registrou a ministra.


Práticas Sustentáveis 

A campanha Passaporte Verde, coordenada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), é uma iniciativa que busca promover práticas de produção e consumo sustentáveis na atividade turística, tanto na prestação de serviços quanto na conscientização dos turistas para que adotem comportamentos responsáveis em suas viagens.

Lançada em 2008 em uma parceria entre o Pnuma, os ministérios do Meio Ambiente e do Turismo do Brasil, o Ministério Francês do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e outros parceiros, a campanha também atua em diversos países como Costa Rica, Equador e África do Sul.

Em 2015 foi lançada a edição Passaporte Verde nos Jogos Rio 2016, oferecendo novas dicas e roteiros aos turistas que desembarcarão no Rio de Janeiro para acompanhar os eventos. A campanha também dá um novo salto, trabalhando com temas como acessibilidade e proteção da criança e do adolescente, além da ecoeficiência, que já vinha sendo trabalhado em edições anteriores.


Dicas para ser um turista responsável

- Evitar o uso desnecessário de água e de produtos químicos, utilizando por mais de um dia suas toalhas de banho e rosto;

- Ligar o ar condicionado, sempre com portas e janelas fechadas, e ventiladores apenas quando necessário;

- Recolher todo o lixo produzido e separar materiais recicláveis de restos orgânicos;

- Utilizar sacolas reutilizáveis de pano ou papel ao invés dos saquinhos plásticos nas compras;

- Na praia, utilizar protetor solar resistente à água para não poluir o mar e prejudicar a fauna marinha;

- Apagar as luzes e desligar os equipamentos do ambiente ao sair;

- Fechar a torneira enquanto escova os dentes. Assim, é possível gastar apenas dois litros de água em vez de 60;

- Não retirar plantas, nem levar “lembranças” do ambiente natural para casa. Deixar pedras, flores, frutos, sementes e conchas onde foram encontradas para que outros também possam apreciá-los;

- Jamais comprar animais selvagens;

- Ajudar na educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade de disseminar essa atitude responsável.


Passaporte Verde


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terça-feira, 26 de abril de 2016

Herman Benjamin comemora criação do Instituto Judicial Global do Meio Ambiente

Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01268

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Herman Benjamin comemorou nesta terça-feira (26), durante uma audiência pública no Senado Federal, a criação do Instituto Judicial Global do Meio Ambiente, instituição que promoverá a troca de experiência entre juízes de todo o mundo na área ambiental.

“Representa um coroamento de um esforço de capacitação de juízes e de trabalho com juízes de todo o mundo de várias décadas”, afirmou o ministro, referindo-se ao lançamento do Instituto nesta semana, no Rio de Janeiro. A criação da organização é resultado de uma iniciativa conjunta de diversas instituições internacionais ligadas à área ambiental.

“Já tivemos oportunidades aqui mesmo no Senado, há dois anos, de tratar do conceito idealizado desse instituto. Neste momento, agora, tenho a oportunidade de anunciar que finalmente o filho está para nascer”, comemorou Herman, um dos idealizadores da proposta, ao agradecer o apoio do Congresso Nacional e das instituições parceiras na criação do Instituto.


Audiência pública

Presidida pelo senador Jorge Viana, a audiência pública Meio Ambiente e Estado: Desafios para o Legislativo, Executivo e Judiciário reuniu autoridades, como a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e representantes de diversas instituições internacionais.

Na audiência, os participantes discutiram os desafios para cumprir o acordo firmado na Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (COP-21) para reduzir as emissões de carbono e conter os efeitos do aquecimento no planeta.

Para o senador Jorge Viana, esse acordo traz desafios para a legislação e a política ambiental em todo o mundo. “Faz-se necessário repensar a estrutura legislativa, administrativa e judicial de cada país, no que se refere à proteção de recursos naturais ameaçados", afirmou.


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2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do TJSP decide que papagaio apreendido deve ser devolvido ao dono idoso


Imagem ilustrativa. Divulgação TJSP.

Tópico 01267

Um papagaio apreendido pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, por estar em cativeiro sem licença, deve ser restituído a seu dono, conforme acórdão da 2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve decisão da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. A turma julgadora considerou que o animal silvestre está há mais de 25 anos na posse do autor, que é idoso, apresenta vínculo afetivo notório, e que a espécie não está ameaçada de extinção.

O desembargador Paulo Ayrosa, relator do recurso, afirmou em seu voto que atestados de veterinária confirmam, ainda, que o papagaio está clinicamente sadio e nunca apresentou indícios de maus tratos.

O magistrado citou jurisprudência que aborda o alto grau de mansidão de animais que por décadas estiveram afastados da vida silvestre, o que torna prejudicial seu retorno à natureza, pondo em risco a sobrevivência. “Ora, se por mais de duas décadas a ave está na posse do autor, sem dúvida fez desenvolver afetividade e até mesmo dependência mútua, devendo ser considerado, inclusive, que o dono é pessoa idosa, circunstância que patenteia o aumento da intensidade do vínculo afetivo,” afirmou.

O julgamento teve votação unânime e contou com a participação dos desembargadores Vera Angrisani e Eutálio Porto.


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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Encontro Brasil-China no Superior Tribunal de Justiça debaterá meio ambiente e justiça


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Tópico 01266

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realiza, na segunda-feira (25), a partir das 14h25, o Encontro Brasil-China, cujo tema é Meio Ambiente e Justiça. A abertura do evento será realizada pelo presidente do STJ, ministro Francisco Facão, pelo vice-presidente executivo do Supremo Tribunal Popular da China, Shen Deyong, e pelo embaixador da República Popular da China no Brasil, Li Jinzhang.

Durante todo o dia, questões do direito público, privado, penal e ambiental serão tratadas pelos ministros do tribunal Herman Benjamin, Luis Felipe Salomão e Rogerio Schietti Cruz. Além disso, a ministra Nancy Andrighi, corregedora nacional de Justiça, traçará um panorama da organização do Poder Judiciário brasileiro.

A delegação chinesa falará sobre o organograma do Judiciário no país, a reforma judiciária dos tribunais da China, novos acontecimentos nos sistemas litigiosos de matérias penais, civis e administrativas, além das principais questões da proteção judiciária do meio ambiente.


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sexta-feira, 22 de abril de 2016

The world comes together to sign the Paris Climate Agreement


Illustrative picture

Tópic: 01265

To keep the global spotlight on climate change and build on the strong political momentum resulting from the adoption of the Paris Agreement on Climate Change, United Nations Secretary-General Ban Ki-moon has invited representatives of all countries to sign the Paris Climate Agreement at the United Nations Headquarters on 22 April 2016.

On 12 December 2015, all 196 Parties to the United Nations Framework Convention on Climate Change at COP21 adopted the Paris Agreement, agreeing to work to limit global temperature rise to well below 2 degrees Celsius, and also to strive for 1.5 degrees Celsius. Implementation of the Paris Agreement is essential for the achievement of the Sustainable Development Goals, and provides a roadmap for climate actions that will reduce emissions and build climate resilience.

Over 130 countries will attend the signing ceremony, including some 60 world leaders, amongst them President Francois Hollande of France. The President of COP21, France’s Segolene Royal, the Executive Secretary of the UNFCCC, Christiana Figueres and the Deputy-Executive Director of UNEP, Ibrahim Thiaw will also attend the event.

Signature by a nation kick starts a domestic process toward ratification, thus enabling the agreement to come into force. Following each national completion of this process, instruments are submitted to the Depositary under the UN Secretary-General in New York. Once such instruments are deposited a country has ratified the Paris Agreement.

In support of the Paris Agreement signing ceremony, UNEP has launched the #Sign4Climate campaign. Show your support by donating your signature to support the Paris Agreement. We will feature the most creative contributions on UNEP's social media accounts.




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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Programa Nacional de Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção receberá U$ 13 milhões da GEF


Imagem ilustrativa

Tópico 01264

O Fundo Global para o Ambiente (GEF) disponibilizou 13 milhões de dólares para o Programa Nacional de Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção (Pró-Espécies), instituído em 2014 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). O objetivo é adotar ações de prevenção, conservação, manejo e gestão para minimizar as ameaças e o risco de extinção das espécies.

"O GEF corrobora e apoia nossa estratégia para conservação da biodiversidade, fortalecendo o arranjo já instituído pelo Pró-Espécies", destaca o diretor de Conservação de Espécies do MMA, Ugo Vercillo. Segundo ele, este projeto propiciará a implementação de medidas em resposta às Listas de Espécies Ameaçadas de Extinção.

A expectativa é que, até 2022, sejam tomadas medidas que protejam todas as espécies ameaçadas do país, em especial as 290 que estão em situação mais crítica. Os principais fatores que levam a uma situação de ameaça de extinção são: perda ou alteração do habitat, caça ilegal, tráfico e espécies invasoras.

O projeto enviado pelo MMA ao GEF inclui diversas estratégia de atuação, entre elas:

- Elaboração de Planos de Ação Territoriais integrando fauna e flora;

- Inclusão de prioridade de áreas importantes para a preservação de espécies ameaçadas nos critérios do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do programa Bolsa Verde;

- Desenvolvimento de manuais de operação para técnicos do licenciamento ambiental sobre medidas de mitigação e compensação do impacto sobre espécies ameaçadas de extinção;

- Desenvolvimento de inteligência para combate ao tráfico de animais silvestres;


Entre os resultados esperados com o projeto, estão:

- Implementação de políticas (Bolsa verde, CAR e licenciamento ambiental) em 12 áreas-chave para conservação de espécies ameaçadas de extinção, totalizando 9 milhões de hectares com ações incorporando considerações relativas às espécies ameaçadas de extinção;

- Capacitação de 200 agentes de fiscalização para atuar no combate ao tráfico em municípios críticos.


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Começa votação para conselheiros do Fundo Nacional do Meio Ambiente


Imagem meramente ilustrativa. Divulgação MMA.

Tópico 01263

Os novos conselheiros da sociedade civil para o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) podem ser escolhidos a partir desta quarta-feira (20/04). Serão cinco novas Organizações Não Governamentais (ONGs), uma por região do Brasil, a participar das deliberações do Fundo.

Todas as entidades inscritas estão no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas (CNEA) há pelo menos dois anos. A gerente de projeto do FNMA, Miriam Miller, destaca que as 654 entidades cadastradas no CNEA podem votar. “Cada CNPJ tem uma senha de acesso por região”, explica Miriam.

O Conselho do FNMA é composto por 17 representantes do governo e da sociedade civil, sendo oito conselheiros da sociedade civil, dos quais cinco serão eleitos (um por região). Os outros três são indicados por entidades representativas na área ambiental (FBOMS, CONAMA e SBPC).


A votação segue até as 18 horas do dia 19 de maio. Para votar, as entidades do CNEA devem acessar este link: Votação
Confira a lista das entidades concorrentes por região:

Centro-Oeste

Agência de Desenvolvimento Sustentável e tecnológico de Resíduos Sólidos Córrego Limpo (ADETEC) / MT

Ekip Naturama / DF

Grupo de Estudos em Proteção a Biodiversidade Naviraí (GEBIO) / MS

Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) / DF


Nordeste

Fundação de Desenvolvimento Sustentável do Araripe (CE)

Fundação de Proteção ao Meio Ambiente e Ecoturismo do Estado do Piauí (FUNPAPI) / PI

Grupo de Defesa e Promoção Socioambiental (GERMEN) / BA

Instituto Recifes Costeiros / PE


Norte

Associação Andiroba / AC

Associação SOS Amazônia / AC


Sudeste

Associação Ecológica Força Verde / ES

Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental Planeta Verde / SP

Instituto Oksigeno / MG

Instituto Terra / MG

Movimento Verde de Paracatu / MG


Sul

Associação de Revitalização, Renaturalização e Preservação do Rio dos Queimados – Queimados Vivo / SC

Associação Marbrasil / PR

Instituto Internacional de Pesquisa e Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes (INPRA) / PR

Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (INGÁ) / RS

Ong Voz do Rio – VDR / SC


Saiba mais sobre o Fundo Nacional do Meio Ambiente

Criado há 26 anos, é o mais antigo fundo ambiental da América Latina. Vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, o FNMA financia ações da sociedade civil, estados e municípios para implementar a Política Nacional do Meio Ambiente. A participação no Conselho assegura que os processos de escolha dos projetos a serem financiados sejam transparentes e democráticos.

Em seu último balanço, o fundo registra 1.435 projetos socioambientais, financiados com recursos da ordem de R$ 250 milhões. Votados e aprovados pelo Conselho Deliberativo, presidido pelo Ministro do Meio Ambiente, foram financiadas iniciativas de conservação e de uso sustentável dos recursos naturais nos oito biomas brasileiros.


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