quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Brasil adere a campanha global das Nações Unidas "Mares Limpos"

Imagem ilustrativa. Divulgação MMA / Praia de São Sebastião.

Tópico 01405

O governo brasileiro fará parte da campanha global Mares Limpos, encabeçada pelas Nações Unidas para combater o lixo nos oceanos. O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, anunciou a adesão do país à iniciativa nessa terça-feira (19/09), em Nova York, em reunião à margem da 72ª Assembleia Geral da ONU. A campanha tem o objetivo de promover, durante cinco anos, ações para conter maré de plásticos que invade os oceanos.

O ministro informou a adesão brasileira em reunião com Erik Solheim, diretor executivo da ONU Meio Ambiente, responsável pela campanha. Na ocasião, Sarney Filho destacou a liderança brasileira na proteção dos recursos marinhos. “Os serviços ecológicos prestados pelos oceanos são essenciais para a população e o Brasil vem tomando uma série de medidas para garantir a conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros”, afirmou.

As ações brasileiras incluem o compromisso voluntário de implementar uma estratégia de combate ao lixo no mar, anunciado pelo Brasil na Conferência dos Oceanos, realizada em junho em Nova York. No encontro, o país também apresentou medidas como o Programa Nacional de Conservação da Linha de Costa Brasileira (Procosta), construído pelo MMA com foco no monitoramento e gestão da região litorânea do país.

O engajamento nacional na criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul também está entre as medidas voltadas para a conservação marinha. O objetivo é criar uma área de proteção das baleias entre os continentes americano e africano, em uma proposta defendida pelo Brasil em parceria com Argentina, Uruguai, Gabão e África do Sul. O Santuário prevê, ainda, a pesquisa não-letal e não-extrativa e a integração dos esforços de gestão e conservação na área.


Articulação

Ao todo, 8 milhões de toneladas de plástico acabam nos oceanos ao redor do mundo, conforme as estimativas da ONU Meio Ambiente. Frente aos números, a campanha Mares limpos: o mar não está para plásticos busca enfrentar o problema por meio da articulação entre governos, sociedade civil e setor privado em cinco anos. Os organizadores da iniciativa esperam a adesão de pelo menos 40 países.

A campanha almeja, assim, contribuir para o cumprimento de dois dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Consumo e Produção Responsáveis (ODS 12) e Uso Sustentável dos Oceanos (ODS 14). Os ODS foram estabelecidos em 2015 pelas Nações Unidas e deverão orientar as políticas nacionais e as atividades de cooperação internacional nos próximos 15 anos.




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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Projeto socioambiental do Rock in Rio 2017: Amazonia Live


Imagem ilustrativa. Divulgação: Rock in Rio 2017

Tópico 01404

Foi lançado nesta sexta-feira (15/09), na abertura do Rock in Rio, o Amazônia Live, projeto socioambiental que propõe a recuperação de quase 30 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia brasileira, o correspondente a um número estimado de 73 milhões de árvores.

A modelo Gisele Bundchen, defensora da causa ambiental, e a cantora Ivete Sangalo destacaram a importância do projeto na abertura do festival, no Palco Mundo. “Tenho muita gratidão pela mãe terra. Sonho com o dia em que teremos um equilíbrio entre o ser e o ter. Os sonhos se tornam realidade com a perseverança. Esse evento é o resultado de muitos sonhos”, disse Gisele Bundchen.

A iniciativa é resultado de parceria entre o Amazônia Live com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) por meio do projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia, o Fundo Global do Meio Ambiente (GEF - Global Environment Facility), o Banco Mundial, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a Conservação Internacional (CI-Brasil), o Instituto Socioambiental (ISA) e a iniciativa socioambiental do Rock in Rio.

A parceria entre o projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia e a Plataforma Amazônia Live, promovida pelo Rock in Rio, é mais uma demonstração da nova página que estamos escrevendo, com diferentes atores sociais, unidos pela recuperação da Floresta Amazônica”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. No lançamento, o ministro foi representado pelo secretário de Biodiversidade do MMA, José Pedro de Oliveira Costa.

Em 2016, primeiro ano do Amazônia Live, o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), coordenado pelo MMA, apoiou a produção de 1 milhão de mudas de espécies nativas para recuperar áreas degradadas dentro de unidades de conservação no Amazonas.


Paisagens Sustentáveis

O equivalente a cerca de 70 milhões das árvores da proposta de restauração faze parte das metas do projeto paisagens Sustentáveis da Amazônia no Brasil para aumentar a área florestal sob recuperação, promover o uso sustentável dos recursos naturais e fortalecer a rede de Unidades de Conservação da Amazônia brasileira.

O projeto prevê a recuperação de 28 mil hectares de áreas degradas até 2023 por meio de técnicas como enriquecimento de áreas de florestas secundárias já existentes, semeadura de espécies nativas selecionadas, condução e/ou favorecimento da regeneração natural, e, quando necessário, o plantio direto de espécies nativas. As áreas prioritárias escolhidas para as ações de recuperação do projeto são o sul do Amazonas, Rondônia, Acre e Pará.

O projeto, que envolve também a Colômbia e o Peru, busca garantir estratégias do GEF de melhorar a sustentabilidade do sistema de áreas protegidas no bioma Amazônia, reduzir ameaças à biodiversidade, recuperar áreas degradadas, desenvolver planos comunitários de extração da madeira e fortalecer políticas voltadas para conservação e recuperação.




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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Projeto pretende sequenciar o DNA de todas as espécies do planeta Terra

Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01403

Sequenciar o DNA de todas as espécies conhecidas no planeta Terra em um período de 10 anos – desde microrganismos invisíveis a olho nu até os mais complexos vertebrados e plantas. Esta é a ambiciosa meta do Earth Biogenome Project (EBP), iniciativa internacional prevista para ser lançada oficialmente em 2018.

Com o objetivo de envolver a comunidade científica brasileira no projeto, a FAPESP e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) organizaram em agosto o Workshop Biodiversity and Biobank, que contou com a presença de um dos idealizadores do EBP, o norte-americano Harris Lewin.

Há 1,5 milhão de espécies já identificadas e caracterizadas. Mas isso representa apenas 10% da biodiversidade terrestre. Cerca de 90% ainda está para ser descoberta”, disse Lewin, que é professor de Evolução e Ecologia na Universidade da Califórnia, Davis, nos Estados Unidos.

Na avaliação do cientista, o Brasil tem a oportunidade de contribuir fortemente para a empreitada, pois abriga cerca de 10% da biodiversidade do planeta. Além disso, o país conta com boa infraestrutura científica, uma rede global de colaboração e coleções biológicas com boa curadoria.

Trata-se de um esforço crucial, pois muitas espécies estão desaparecendo a uma taxa acelerada. Nos últimos 40 anos, 42% dos vertebrados tiveram suas populações reduzidas. Vinte mil espécies estão ameaçadas de extinção em decorrência das atividades humanas, da destruição de habitats e dos efeitos das mudanças climáticas. A taxa de extinção de espécies é cerca de mil vezes maior do que era há uma década”, ressaltou.

Segundo Lewin, o crescimento da população humana – que deve chegar a 9 bilhões de indivíduos em 2050 – e a rápida mudança no clima terrestre colocam o planeta em uma situação “perigosa e desafortunada”.

Alguns já consideram tratar-se da sexta extinção em massa. Isso é uma ameaça não apenas para essas espécies, mas para nossa própria sobrevivência no planeta”, avaliou.

Ao acessar o código genético de todas as espécies, antes que desapareçam, os membros do Earth Biogenome Project pretendem criar um repositório digital da vida. Tal conquista, na avaliação de Lewin, vai revolucionar a biologia.

Essas informações vão melhorar radicalmente os esforços de conservação de espécies e de restauração de habitats degradados”, argumentou.

Até o momento, cerca de meia dúzia de países já aderiram ao empreendimento, entre eles Estados Unidos, França, Inglaterra, Alemanha e China. Outras dezenas já assinaram cartas de intenção.

A participação é voluntária e o papel do EBP é estabelecer padrões para a coleta de amostras, o sequenciamento do DNA, o tipo de informação que deverá acompanhar as amostras e o armazenamento dos dados. Também buscaremos a melhor forma de comunicar essas ações ao público em geral para que todos possam entender sua importância e colaborar. Há 1,5 milhão de espécies no planeta, mas não há 1,5 milhão de cientistas. Então a sociedade também precisa se engajar”, disse Lewin.


Comunidade internacional de biobancos

O pesquisador Jonathan Coddington, do Smithsonian Institution – instituição americana que também contribuiu com a organização do workshop –, esteve presente representando outra ambiciosa iniciativa internacional que almeja a participação de brasileiros: a Global Genome Biodiversity Network (GGBN).

Trata-se de uma rede mundial de biorrepositórios e biobancos dedicada a abrigar coleções de tecidos congelados ou de material genético (DNA e RNA) de qualquer espécie terrestre – com exceção da humana. A iniciativa começou em 2011 e, atualmente, conta com 66 instituições participantes de 22 países.

O objetivo de criar essa comunidade é poder raciocinar globalmente e estabelecer prioridades para o sequenciamento genômico, a conservação de espécies, o monitoramento ambiental e os estudos evolutivos que têm base na taxonomia. Por exemplo, dos 11 mil gêneros que ocorrem no Brasil, quais são aqueles sobre os quais ninguém tem informação genética? Seremos capazes de responder perguntas como essa e indicar quem são os especialistas”, explicou Coddington à Agência FAPESP.

Segundo o pesquisador, depois dos avanços propiciados pelo Projeto Genoma Humano, a comunidade científica tem adotado o sequenciamento genético para responder a todo tipo de pergunta relevante para o bem-estar humano, como garantir a segurança alimentar, produzir energia ou encontrar a cura de doenças.

Para isso, precisamos ter coleções de tecido e de DNA bem preservadas, padronizadas e que sejam representativas da biodiversidade global. Os seres vivos estão divididos em cerca de 10 mil famílias e 40% delas ocorrem no Brasil. O país, portanto, tem recursos únicos para contribuir para esta iniciativa e viemos aqui para discutir como organizar essas coleções para que possam participar”, afirmou Coddington.

O pesquisador ressalta que a proposta não é exportar os recursos genéticos brasileiros e sim criar centros de sequenciamento e biorrepositórios no país. A ideia é produzir dados brasileiros. Somente as informações das sequências digitalizadas seriam compartilhadas internacionalmente.

Earth Biogenome Project e Global Genome Biodiversity Network são iniciativas complementares. A primeira é formada por experts em sequenciamento genético, mas não conta com pessoas acostumadas a coletar organismos em florestas ou oceanos. A GGBN promove a organização dessas amostras, estabelece boas práticas, acesso e compartilhamento de dados e de benefícios”, argumentou Coddington.


Zoológico congelado

As condições estabelecidas pela legislação brasileira para o compartilhamento de dados da biodiversidade foram abordadas por Manuela da Silva, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Segundo ela, um dos problemas é a exigência de que os dados depositados em bancos internacionais sejam rastreáveis – algo difícil de implementar, segundo especialistas.

O norte-americano Oliver Ryder apresentou o projeto de zoológico congelado criado em San Diego, nos Estados Unidos. O biorrepositório armazena amostras de células de todos os animais abrigados na instituição.

Segundo ele, a criopreservação de células permite, quando necessário, expandir o material genético em culturas, oferecendo recursos para sequenciamento em diferentes plataformas, estudos funcionais (sinalização celular, mecanismos de doenças), produção de células-tronco pluripotentes induzidas e, eventualmente, resgate de espécies em extinção.

Também foram palestrantes do evento Eduardo Eizirik (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), Luciano Verdade (Universidade de São Paulo e Programa BIOTA-FAPESP), Vanderlei Canhos (Centro de Referência em Informação Ambiental - CRIA), Ana Tereza Vasconcelos (Laboratório Nacional de Computação Científica - LNCC/Labinfo – MCTIC), Isabel Rodrigues Gerhardt (Embrapa) e Katherine Barney Barker (GGBN).

Na plateia, estavam curadores de diversas coleções biológicas brasileiras, que, no dia seguinte ao workshop, reuniram-se com os representantes do EBP e da GGBN para discutir as necessidades e entraves para a participação brasileira nessas iniciativas. A partir desse debate, será produzido um documento no qual serão apresentadas a situação atual e a perspectiva de tornar o país um dos nós do projeto mundial – reconhecido como um dos maiores desafios da atualidade.

Esta é uma oportunidade, neste momento difícil que vivemos, de mostrar que a ciência é realmente importante para tornar o Brasil um país sustentável”, avaliou Marie-Anne Van Sluys, membro da Coordenação Adjunta - Ciências da Vida da FAPESP e organizadora do workshop.


Vídeo de referência: FAPESP
Project aims to sequence all especies on Earth






Veja também;






Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental MARCELO GIL.

                                                  
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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Brasil apresentou, no Chile, estratégia para conservação do território costeiro e marinho nacional


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01402

O Brasil defenderá medidas para fortalecer a proteção da zona litorânea e marítima do país. Começou nesta segunda-feira (04/09) o 4º Congresso Internacional de Áreas Marinhas Protegidas, em La Serena e Coquimbo, no Chile. No evento, uma equipe formada por governo e sociedade civil apresentará as políticas federais para o setor e a Iniciativa Azul do Brasil, uma estratégia para atingir a meta de conservação de 10% das áreas marinhas e costeiras nacionais.

A Iniciativa Azul do Brasil será o tema do evento paralelo do país, marcado para quinta-feira (07/09). A medida tem como foco unidades de conservação e mecanismos financeiros e será formada por uma série de ações coordenadas por meio de uma plataforma de gestão. O objetivo é compartilhar esforços para a captação de recursos, execução de projetos, gestão de áreas protegidas e interação regional e internacional.

A expectativa é que, com a Iniciativa, o país alcance a meta de conservação de ao menos 350 mil quilômetros quadrados (10%) das zonas costeiras e marinhas do Brasil nos próximos dez anos, até 2027. Com essa medida, o país também buscará o cumprimento de outros compromissos internacionais. Entre eles, estão as ações de enfrentamento à mudança do clima no contexto do Acordo de Paris e a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).


Diálogo

A delegação brasileira é formada por equipes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), sociedade civil e comunidades de pescadores artesanais. “Nosso esforço concentrado será o de avançar significativamente na proteção do ambiente marinho-costeiro do Brasil, através de divulgação e diálogo com outros países parceiros”, explicou o diretor de Áreas Protegidas do MMA, Warwick Manfrinato.

A proposta de criação do Santuário das Baleias do Atlântico Sul também estará na pauta do encontro. Defendida pelo Brasil com o copatrocínio da África do Sul, Argentina, Gabão e Uruguai, a medida propõe uma zona de proteção do animal nas águas entre os continentes americano e africano. A iniciativa inclui o incentivo às atividades de turismo sustentável, voltada para observação de baleias, e o fortalecimento da resiliência, produtividade e saúde dos oceanos.


Saiba mais 

A zona marinha-costeira brasileira abriga mais de 1,6 mil espécies de peixes, 100 espécies de pássaros, 2,3 mil espécies de invertebrados, 54 espécies de mamíferos, cinco espécies de tartarugas do mar e pelo menos 20 espécies de recifes de corais. Essa área interage, principalmente, com os biomas Amazônia e Mata Atlântica. Os manguezais da região Norte estão entre os mais conservados do mundo.




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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Fórum da cidade de Ilha Solteira lidera projeto TJ Sustentável


Imagem ilustrativa. Divulgação: TJSP

Tópico 01401

A Comarca de Ilha Solteira volta a liderar o projeto TJ Sustentável após a terceira rodada de inserção de dados. Em segundo lugar está a Comarca de Franco da Rocha, seguida pela Comarca de General Salgado. Os três fóruns por enquanto são os que mais economizaram papel sulfite, água e energia, os itens em destaque nesta edição do game. O objetivo é estimular o engajamento de servidores e magistrados pelo consumo consciente de recursos naturais.

Hoje (31) é o último dia útil para que os administradores prediais informem, no sistema do jogo, os dados de julho. Para pontuar no game virtual, a unidade deve apresentar índices de redução de consumo. Aquelas que atingirem as metas estabelecidas pelo comitê gestor ganham o número máximo de folhas na “árvore virtual”. Já os que superarem as metas, recebem elementos surpresas em suas páginas. Devem ser anexadas contas com vencimento em julho e notas fiscais com data de julho referentes a compras de papel sulfite.

A competição segue até novembro. Ao final, o prédio com maior número de pontos será o vencedor e como prêmio recebe o “Selo Verde 2017”. Também haverá distribuição de prêmios, que serão sorteados entre os funcionários dos fóruns que ficarem entre os três primeiros lugares.


Indicadores

Papel sulfite – Gastos desnecessários de papel sulfite causados por impressões em demasia são o novo alvo do TJ Sustentável. Uma árvore de eucalipto gigante produz apenas 20 resmas de papel A4, e 100 mil litros de água são gastos em sua produção. Mesmo no reflorestamento, a monocultura de eucaliptos leva à degradação do solo, ressecamento de córregos e abalos ao ecossistema, criando verdadeiros “desertos verdes”.

Coleta Seletiva – Neste ano está sendo incentivada a implantação de coleta seletiva nos fóruns. O tema foi inserido no jogo na forma de um questionário, com oito perguntas, a ser respondido no final do ano. A cada resposta “sim”, a unidade receberá 20 pontos extras. A comprovação será feita por meio de relatório, com fotos e cópia de documentos, quando possível, que deverá ser anexado ao sistema do jogo. Poderá ocorrer visita de integrantes do comitê aos prédios para verificação das atividades relacionadas à coleta seletiva.


Água e Energia

A exemplo das edições do TJ Sustentável em 2015 e 2016, será estimulada redução ainda maior dos consumos de água e energia. Ações implantadas pelos fóruns nos anos anteriores já alcançaram excelentes resultados e o comitê do projeto decidiu pela manutenção dos itens, por entender que o uso consciente dos dois recursos é considerado essencial para a sustentabilidade e o futuro do planeta.




Veja também;






Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental MARCELO GIL.

                                                  
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Empresa desenvolve sistema de detecção "antiatropelamento" animal

Imagem meramente ilustrativa

Tópico 1401

Quando a bióloga Fernanda Delborgo Abra ingressou no mestrado em Ecologia no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), ela já sabia o tema que a motivava: o atropelamento de animais silvestres e medidas de mitigação. Dessa preocupação da pesquisadora e de mais duas sócias – Mariane Rodrigues Biz Silva e Paula Ribeiro Prist – nasceu uma empresa especializada em manejo de fauna em rodovias, a ViaFauna, e o desenvolvimento de um equipamento inédito no Brasil: um sistema eletrônico de detecção animal para as estradas brasileiras.

O “Passa-Bicho”, protótipo desenvolvido pela ViaFauna com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), poderá ajudar a reduzir os impactos das rodovias sobre a fauna e aumentar a segurança dos usuários, diminuindo as colisões. Somente no Estado de São Paulo, entre 2005 e 2013 mais de 23 mil acidentes rodoviários envolvendo usuários e animais foram registrados.

Além do prejuízo ambiental do atropelamento de animais, inclusive ameaçados de extinção como antas, lobos-guarás e onças, esses acidentes – que se somam aos ocorridos com animais domésticos como cavalos, vacas e cães – colocam em risco a vida dos usuários das rodovias e aumentam os custos com indenizações pagas pelas concessionárias.

Em função da detectabilidade e do propósito de reduzir o impacto relacionado à segurança, o sistema de detecção animal (SDA) da ViaFauna tem como foco os animais de médio e grande porte: silvestres e domésticos, a partir de 3kg. O sistema compõe-se de um par de sensores de movimento (transmissor e receptor), instalados em pequenos postes semelhantes àqueles utilizados pelos radares e distantes 100 metros entre si. “Cada par de sensores cobre o que chamamos de hotspot, um ponto crítico de atropelamento”, explica Fernanda Abra.

O transmissor emite ao receptor um feixe de luz infravermelha (invisível para seres humanos e outros vertebrados). Quando esse feixe é rompido pelo animal, o sensor emite um sinal ao poste, que, por sua vez, transmite a informação via rádio, acionando uma placa de mensagem eletrônica ou, numa versão mais simples, uma luz piscante (giroflex) instalada sobre uma placa de advertência de travessia de fauna comum.

A confiabilidade desse sistema é muito maior do que uma simples placa alertando sobre a possibilidade de haver animais selvagens na pista. Ao ver uma placa comum, o motorista nunca sabe quando o animal vai passar e acaba não dando muita importância à informação. Com o SDA ele é avisado centenas de metros ou quilômetros antes da real presença de animais na pista e se prepara, dirigindo com maior cautela. Dados de literatura apontam que os sistemas de detecção animal podem reduzir em até 90% a incidência de atropelamentos”, afirma a bióloga. 

Ela explica que, nos Estados Unidos, existem modelos mais sofisticados, que utilizam câmeras térmicas e softwares de reconhecimento capazes de “tomar decisões”, registrando todo tipo de animal que atravesse a pista, mas informando ao usuário apenas aqueles que podem pôr em risco a sua segurança.

A partir de suas pesquisas, a ViaFauna optou por um sistema mais simples, que predomina em países europeus. E os estudos realizados durante a Fase 1 do PIPE, entre junho de 2016 e abril de 2017, também indicaram a necessidade de uma alteração nos objetivos iniciais. “O Passa-Bicho emitiria luz visível, para ajudar o usuário a ver o animal atravessando a rodovia. Durante os estudos esse pensamento caiu por terra. Concluímos que a luz poderia atrair insetos e seus predadores ou, mesmo, afugentar algumas espécies de animais”, lembra a bióloga.

A Fase 1 do projeto possibilitou o desenvolvimento de um protótipo funcional, alimentado por painéis solares. O sistema inclui data loggers, um dispositivo eletrônico para registro de dados. “Hoje o pesquisador só sabe quantos animais morreram na rodovia. O sistema informará quantos atravessaram com sucesso, permitindo o desenvolvimento de estudos sobre a dinâmica de movimentação dos animais”, diz a pesquisadora.

O próximo passo será testar esse protótipo dentro do campus da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) e submetê-lo a intempéries. “Também existem várias mudanças que precisamos fazer no protótipo para deixá-lo com uma aparência mais ‘comercial”.


Diálogo de saberes

Durante a Fase 1 do programa PIPE Fernanda contou com a colaboração da pesquisadora Katia Maria Paschoaletto Micchi de Barros Ferraz, professora da Esalq e sua orientadora no doutorado, e do pesquisador da Universidade de Montana (EUA) Marcel Huijser, especialista em medidas mitigatórias para o atropelamento de fauna silvestre e seu coorientador. Mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, Fernanda Abra percebeu a necessidade de agregar ao seu campo de estudos ainda outros profissionais e saberes. A começar pelo empreendedorismo.

A necessidade de transitar pelo mundo dos negócios foi, talvez, o maior desafio da bióloga. “A primeira barreira a ser vencida foi internalizar a responsabilidade de ser uma pesquisadora empreendedora. Em geral, a gente só pensa em pesquisa pura”, diz a bióloga.

Ao ingressar no mestrado, Fernanda Abra nem sequer conhecia a existência do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec) – a incubadora que daria o suporte inicial à ViaFauna. “Os cursos de graduação pecam por não apresentar essas possibilidades”, diz ela. Foi no Cietec que ela conheceu o PIPE e recebeu orientações para elaborar o projeto (com algumas características distintas dos projetos acadêmicos que conhecia até então) a ser apresentado ao programa.

Depois, ainda na Fase 1, a ViaFauna seria selecionada para participar do 3º Programa de Treinamento de Empreendedores de Alta Tecnologia, promovido pelo PIPE da FAPESP. “O programa custeou visitas a diversos órgãos de meio ambiente e transporte e nos ajudou a lapidar o projeto pelas necessidades do mercado”, diz a pesquisadora.

Ainda mais impactante, conta a bióloga, foi a participação da ViaFauna no programa de treinamento Leaders in Innovation Fellowships Programme (LIF), realizado no Reino Unido entre 28 de novembro e 9 de dezembro de 2016, graças a uma parceria entre a FAPESP e a Royal Academy of Engineering. Foram 15 dias de cursos intensivos sobre administração, planejamento financeiro, patentes, marketing e divulgação, entre outros temas ligados a liderança em inovação e empreendedorismo.

O PIPE desperta para a importância de conhecer outras ciências necessárias ao desenvolvimento do projeto”, diz ela.

Por isso, desde a Fase 1 a bióloga buscou a informação necessária que lhe permitisse dialogar com os especialistas em eletrônica responsáveis por concretizar as necessidades de seu projeto. E para a Fase 2 a equipe será ainda mais multidisciplinar: Além da Trapa Câmera, empresa especializada em tecnologias para a fauna, a ViaFauna está convidando a Hoobox Robotic, startup da área de robótica e inteligência artificial também apoiada pelo PIPE, para participar dos testes do protótipo. “O profissional de hoje tem que ter um viés multidisciplinar. Não dá para ficar na sua caixinha, isolado na sua formação inicial”, diz Fernanda.




Veja também;






Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental MARCELO GIL.

                                                  
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Prefeitura de Campinas inicia a construção de um sistema de compostagem para transformar "200 toneladas" de resíduos urbanos vegetais em compostos orgânicos


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 1399

A Prefeitura de Campinas inicia agora, em agosto, a construção de um sistema de compostagem para transformar 200 toneladas diárias de resíduos urbanos vegetais em compostos orgânicos – algo em torno de 70 toneladas de adubo – que serão utilizados em áreas do município e em culturas do Instituto Agronômico (IAC), vinculado à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, parceiro no projeto.

Batizado com o nome de Reciclar Verde, o sistema é o primeiro resultado do projeto Agropolo Campinas – Brasil, apoiado pela FAPESP no âmbito do Programa Pesquisa em Políticas Públicas.

Inspirado em modelos internacionais – entre eles o Agropolis International, na França, e o Silicon Valley, nos Estados Unidos – o Agropolo Campinas busca soluções inovadoras em temas da bioeconomia como resíduos urbanos e agrícolas; energia, reciclagem de nutrientes e fertilizantes; tecnologias para agricultura de precisão; uso sustentável da água; alimentos funcionais; biocombustíveis avançados para aviação e transporte pesado; e biomassa para produtos químicos.

A empreitada reúne, em colaboração, universidades, institutos de pesquisa, os poderes públicos estadual e municipal e a iniciativa privada com o objetivo de identificar áreas estratégicas para traçar um roteiro (roadmap) que alavanque a participação da bioeconomia – uma economia sustentável, baseada em recursos biológicos – dos atuais 20% para 30% em 2025 e 40% em 2050 em plano nacional.

A meta é contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), criar produtos com alto valor agregado e aumentar o número e a qualidade dos empregos formais.

Campinas é, historicamente, um centro de produção de conhecimento e de tecnologia para o setor agropecuário e, mais recentemente, também para os setores de alimentos e de energia. Reúne, portanto, ingredientes estratégicos para transformar a região num polo de bieconomia. “O desafio não é técnico, o desafio é formatar o ecossistema da bioeconomia com o conceito de inovação colaborativa envolvendo vários parceiros”, afirmou Sérgio Carbonell, coordenador do projeto e diretor do IAC – fundado em 1887.


Inovação colaborativa

Integram o projeto, além da Prefeitura de Campinas e do IAC, representantes dos Institutos de Tecnologia de Alimentos (Ital), Biológico (IB), as secretarias de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e de Agricultura e Abastecimento, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o parque tecnológico Techno Park, em Campinas, e a Agropolis Internacional, associação francesa voltada para a pesquisa agronômica e o desenvolvimento sustentável.

Esses parceiros reuniram-se no seminário PPPBio FAPESP: Políticas Públicas para o Desenvolvimento da Bioeconomia, em 3 de agosto, na sede da Fundação, em São Paulo, para um balanço dos resultados do primeiro ano de atuação coletiva e para definir a contribuição de cada instituição para o avanço do projeto, tema de uma mesa mediada pelo reitor da Unicamp, Marcelo Knobel.

O encontro foi aberto pelo presidente da FAPESP, José Goldemberg, que lembrou o sucesso de mais de 30 anos de esforços para desenvolver uma agricultura moderna no país. “O que mais podemos fazer? O Agropolo Campinas busca uma resposta para essa questão”.

Os primeiros resultados – como a constituição do Reciclar Verde –, diagnósticos e um cardápio preliminar de recomendações foram apresentados pelos pesquisadores Luiz Cortez e Gustavo Paim França, da Unicamp, e por Heitor Cantarella e Luiz Madi, respectivamente, do IAC e do Ital, ligados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento.


Ações coordenadas

Projetos desse porte e ambição, que articulam cooperativamente distintos parceiros e instâncias de governo, exigem ação coordenada. “O Estado tem que identificar prioridades ou áreas estratégicas para depois qualificar e apoiar com financiamento e recursos humanos”, resumiu o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, Márcio França.

Para o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, a experiência do Agropolo “entusiasma de forma acentuada” por três características básicas. “Primeiro pela temática, a bioeconomia. Segundo, pela construção dessa parceria que envolve o poder local. E, por fim, pelas instituições de pesquisa que fomentam essa iniciativa”, sublinhou.

Iniciativas como a do Agropolo dão resultado quando envolvem a participação dos cidadãos e o apoio da administração municipal, disse o prefeito de Campinas, Jonas Donizetti. “O Agropolo é um exemplo de como as cidades podem ajudar. O papel da prefeitura é estimular, fazer regras e leis que facilitem. Fizemos legislação muito boa na área de investimento e para startups, leis essas que favorecem a área tributária na inovação. A prefeitura faz as coisas acontecerem”, disse.

As perspectivas do projeto entusiasmam também representantes do setor privado. Jacyr da Silva Costa Filho, presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e diretor da Divisão Brasil do grupo francês Tereos, na área do agronegócio, avaliou que, sobretudo no setor de bioeconomia, “não precisamos de financiamento público; precisamos sim motivar o investidor”.

O Tereos é um dos acionistas controladores do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que, há menos de dois meses, teve aprovado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) o uso comercial da primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada (Cana Bt) no mundo. O feito tem atraído a atenção de empresas privadas, mas o país tem que manter-se atento, “A oportunidade brasileiras estão passando”, alertou Costa Filho.

A expectativa é que as perspectivas abertas por iniciativas no âmbito da bioeconomia mobilizarão também pequenas e médias empresas. Ivan Hussini, diretor técnico do Sebrae São Paulo – que, no seminário, representava o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos –, sublinhou que a instituição tem capilaridade e diversas ações em incubadoras e parques tecnológicos paulistas. “O nosso objetivo é desenvolver uma linha de empreendedorismo que forme uma cadeia em prol do desenvolvimento”. Lembrou, ainda, que o principal concorrente do país nessa área “está na China.


Ideias baseadas em ciência

Bioeconomia é um tema global. Temos que ter ideias baseadas em ciência avançada e competitiva", afirmou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP. Considerou que o avanço da bioeconomia depende de aspectos “negociais, científicos e tecnológicos” e completou: “A FAPESP pode treinar gente qualificada, manter e estimular sistemas de pesquisa com referência mundial – e não local – e ainda apoiar iniciativas como a realização deste roadmap da bioeconomia".

Enfatizando a importância da pesquisa para o avanço tecnológico, Brito Cruz lembrou que a Cana Bt, desenvolvida pelo CTC, pode ser considerada um dos legados do projeto Genoma da Cana, realizado pela FAPESP em 1998 em parceria com o CTC.

Junto com o projeto do Agropolo Campinas, ele completou, a FAPESP apoia outras iniciativas na área da bioeconomia. A Fundação mantém programas como o Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), Pesquisa em Biodiversidade (BIOTA) e Mudanças Climáticas, além de um Centro de Pesquisa em Química Sustentável, em parceria com a GlaxoSmithKline (GSK), para pesquisa em química verde com sede na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), um Centro de Pesquisa em Engenharia em parceria com a Peugeot/Citroën, com sede na Unicamp, para pesquisas com biocombustíveis, e o Centro de Biologia Química de Proteínas Quinases (SGC-Unicamp) para a investigação dessa molécula em agricultura, do qual também participa o Aché Laboratórios Farmacêuticos. “Isso sem falar que uma parte dos projetos do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) envolve áreas relacionadas com fertilizantes orgânicos, quantificação de levedura, controle de pragas, entre outros.”

Também participou do seminário o diretor-presidente do Conselho Técnico Administrativo (CTA) da FAPESP, Carlos Américo Pacheco.




Veja também;






Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental MARCELO GIL.

                                                  
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