Powered By Blogger

quarta-feira, 25 de julho de 2012

NOVO MANUAL DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO PARA A INDÚSTRIA DA TRANSFORMAÇÃO DO MATERIAL PLÁSTICO !!!



                                        Capa do Manual de Segurança e Saúde no Trabalho.


A indústria de transformação de material plástico contribui de forma relevante para o desenvolvimento da economia brasileira. O setor tem faturamento médio anual de R$ 44 bilhões e reúne cerca de 350 mil profissionais, em mais de 11 mil indústrias em todo o Brasil.

Com o objetivo de orientar a atuação dessa indústria, o SESI-SP apresenta este Manual de Segurança e Saúde no Trabalho para a Indústria de Transformação do Material Plástico.

A publicação descreve os riscos presentes em cada etapa do processo produtivo e dá orientações para a prevenção e a redução de acidentes e de patologias ocupacionais. A preocupação e o cuidado das indústrias com a saúde e a segurança do trabalhador têm gerado resultados positivos.

As indústrias de transformação de material plástico vêm atuando fortemente para proteger seus trabalhadores contra acidentes em máquinas, prevenir a perda auditiva e manter ambientes organizados e limpos.

Alinhado à prioridade de promover a segurança e bem-estar para os trabalhadores brasileiros, o SESI-SP acredita estar cumprindo mais uma de suas missões com a elaboração deste manual.

Boa leitura.

Paulo Skaf.
Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.


MANUAL DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO PARA A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DO MATERIAL PLÁSTICO EM PDF

http://www.crq4.org.br/sms/files/manual-plastico.pdf


Fonte : Conselho Regional de Química da IV Região e SESI/SP - Serviço Social da Indústria.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/novo-manual-de-seguranca-e-saude-do.html


****************************************************************************************************************************

                                                                ORGULHO DE SER 



****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

terça-feira, 24 de julho de 2012

TRATAMENTO DE ÁGUA: QUANDO A ÁGUA BRUTA FICA POTÁVEL !!!



                                                       Imagem meramente ilustrativa.


Nesta matéria especial, vamos de uma ponta à outra do tratamento da água falando da fase inicial e final de todo o processo. A etapa que antecede começa ainda no manancial com a utilização dos algicidas para evitar a proliferação de algas e a poluição e a última é a de prevenir a corrosão dos encanamentos com uso de produtos químicos para correção de acidez e alcalinidade e formação de uma camada protetora com carbonato de sódio (barrilha leve) para o fluxo saudável da água.


ALGICIDAS

O algicida atua no combate do desenvolvimento e proliferação de algas azuis ou verdes (água esverdeada) em áreas aquáticas, o que gera sujeira. Por isso, o tratamento da água começa ainda no manancial com os algicidas. Para protegê-lo, é preciso combater também a poluição causada por detritos, impurezas e lixos domésticos, agrícolas ou industriais. A hidrobiologia cuida do crescimento excessivo de algas e micro-organismos e, quando os níveis são ultrapassados, é realizada a desinfecção com sulfato de cobre ou hipoclorito de sódio, conforme a sensibilidade das algas. Este produto químico é utilizado em piscinas, represas, lagos, locais de armazenamento e distribuição de água para consumo e uso industrial.

Os principais algicidas são: sulfato de cobre, alguns sais de ferro, acetato de fentina, cloretos, hipocloretos de cálcio e de sódio, entre outros.


SULFATO DE COBRE

O sulfato de cobre (II) ou sulfato cúprico é um sal que possui formas diferentes, dependendo do grau de hidratação. Como anidro, de fórmula CuSO4, apresenta-se como um pó de coloração verde opaca ou cinzento, vindo do mineral chamado calcocianita. Já como pentaidratado (CuSO4.5H2O), o mais encontrado, é azul brilhante, extraído da calcantita. Com alta toxicidade, o sulfato de cobre é obtido por ustulação do sulfeto de cobre que, depois, reage com ácido sulfúrico. É utilizado na impressão de tecidos de algodão, fabricação de artesanato de cobre, inseticidas, no tratamento de fibras, tinturas para cabelo, coloração de vidro e processamento de couro. Na agricultura, o pentaidratado tem funções herbicida, algicida, fungicida e bactericida. Já o anidro é usado na detecção de umidade. Considerado um composto perigoso, pode causar irritação nas mucosas e pele.


CORREÇÃO DE PH

É a última ação no processo de tratamento da água e tem por objetivo prevenir a corrosão dos encanamentos pelos quais a água tratada passa até chegar aos usuários. Para proteger as estruturas de armazenamento e distribuição, são aplicados produtos químicos que corrigem a acidez ou a alcalinidade excessivas presentes na água. Para formar uma película protetora de carbonato de sódio na superfície interna da tubulação, é preciso remover o gás carbônico livre e saturar a água com carbonato de sódio (barrilha leve).

O pH da água de 6,0 a 9,5, na rede de distribuição, é uma recomendação da Portaria 2.914/11, do Ministério da Saúde. Os principais produtos químicos utilizados na correção de pH são: Cal Hidratada, o Carbonato de Sódio (geralmente os dois mais utilizados no processo), Carbonato de Cálcio, Hidróxido de Sódio, Gás Carbônico, Ácido Clorídrico e Ácido Sulfúrico.

pH – O potencial hidrogênio iônico aponta a intensidade com que a água ou outra solução é ácida, neutra ou alcalina com uma escala que varia de 0 a 14:

pH inferior a 7 = ácida

pH igual a 7 = neutra

pH superior a 7 = alcalina

No tratamento da água, busca-se como parâmetro um pH ótimo de floculação e decantação.


ALCALINIDADE

Capacidade da água em neutralizar ácidos sem perturbação excessiva de suas atividades biológicas. A presença de sais de ácidos fracos, especialmente bicarbonatos, resulta da ação da água sobre os carbonatos atuantes no solo, como, por exemplo, bicarbonatos de cálcio. Quando feito exame em laboratórios, são indicados os valores da alcalinidade total, de bicarbonatos e de carbonatos, não sendo possível a coexistência de três formas de alcalinidade na mesma amostra. A alcalinidade se deve aos carbonatos e bicarbonatos e, em segundo plano, aos íons hidróxidos, silicatos, boratos, fosfatos e amônia. A alcalinidade total é a soma de todos esses íons.


HIDRÓXIDO DE CÁLCIO

O hidróxido de cálcio, de fórmula Ca(OH)2, em estado puro é um pó branco e inodoro, alcalino (pH 12,8) e pouco solúvel em água (1,2 g/litro de água a 25º C). Chamado também de cal hidratada, cal apagada ou cal extinta, tem base forte obtida pelo aquecimento do carbonato de cálcio até se transformar em óxido de cálcio (cal viva ou cal virgem, CaO). Com a hidratação do óxido de cálcio, chega-se ao hidróxido de cálcio.

A reação entre o hidróxido de cálcio e o gás carbônico dá origem ao carbonato de cálcio. Sua utilização no tratamento da água é na etapa de Coagulação, que explicamos na primeira parte do nosso especial, quando da retirada de pequenas partículas em suspensão, é adicionado à água sulfato de alumínio Al2(SO4)3, hidróxido de cálcio Ca(OH)2, ou barrilha, e Na2CO3 (carbonato de sódio) para formar um precipitado gelatinoso com partículas aglutinadas. Além de seu uso no tratamento da água, há diversas aplicações para o hidróxido de sódio.


CARBONATO DE CÁLCIO

O carbonato de cálcio (CaCO3), também conhecido como calcita, é um sólido branco pouco solúvel na água. Mineral inorgânico de química inerte com perfil alcalino se decompõe por aquecimento e forma o óxido de cálcio (cal viva) e dióxido de carbono. Extraído de jazidas, encontra-se na natureza nos minerais calcita e aragonita, além de pérolas, conchas marinhas e cavernas calcárias. De acordo com a aplicação para qual for utilizado, é submetido a processos e apresentado em diversas granulometrias. No tratamento da água, a acidez mineral da água consiste no total de ácidos presentes nela. Expressa em mg/L de carbonato de cálcio e relacionada ao pH final da água, aponta a quantia deste produto químico a ser acrescentada para torná-la alcalina.


CARBONATO DE SÓDIO

O carbonato de sódio (Na2CO3) é um sal branco e translúcido também chamado de soda calcinada ou soda sal. Quando em exposição ao ar, endurece e se agrupa porque forma hidratados. Além da utilização no controle do pH da água e formação da película protetora na tubulação, pode ser usado na produção de vidro, sínteses químicas, sabões e detergentes, fotografia, área têxtil, como aditivo alimentar, entre outros. Se jogado em aterros ou corpos d’água, provoca alcalinização, chegando a causar danos à natureza. Funciona como base em reações e tem facilidade de ser protonado por espécies ácidas.


HIDRÓXIDO DE SÓDIO

O hidróxido de sódio (NaOH) é a conhecido como soda cáustica, sólido branco e inodoro que, por ser corrosivo, é utilizado normalmente para desobstruir encanamentos. Além do tratamento de resíduos nos efluentes pela mudança de pH, o também chamado hidróxido cáustico tem outras aplicações. Com base forte de Arrhenius e produzido por eletrólise de solução aquosa de cloreto de sódio, exerce a função, entre outras, de base química na fabricação de papel, tecidos, detergentes, alimentos e biodiesel. Também conhecido pelos cuidados que se deve ter ao manuseá-lo, por ser altamente reativo, pode causar queimaduras, cicatrizes, cegueira e levar até a morte.


Fonte : Revista TAE - Especializada em Água & Efluentes.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

 http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/tratamento-de-agua-quando-agua-bruta.html


****************************************************************************************************************************

                                                                    UNISANTOS




****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

segunda-feira, 23 de julho de 2012

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS OBRAS DA DUPLICAÇÃO DA BR-116/392 RESSALTA A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO AMBIENTAL !!!



                                                        Imagem meramente ilustrativa.


O trabalho do Programa de Educação Ambiental, desenvolvido na Gestão Ambiental das obras de duplicação da BR-116/392, inclui palestras em escolas situadas na área de influência do empreendimento. Além dos estudantes, os professores também participam de eventos de formação, para que as questões ambientais possam ser abordadas de forma transversal nas escolas. “Nossa proposta é trazer um embasamento que possa ajudar os professores, cada um em sua disciplina, a trabalhar a Educação Ambiental e, consequentemente, despertar discussões sobre as questões ligadas ao meio ambiente”, explicou o coordenador do Programa de Educação Ambiental, Cauê Canabarro.

No total, 18 escolas do Município devem receber atividades como essa até o final da obra, assim como outras 15 escolas de Pelotas, onde a duplicação deve começar na BR-116 (Contorno de Pelotas) até o final do ano. A formação planejada pelo programa é dividida em duas etapas, sendo que no primeiro encontro a gestão ambiental da BR-116/392 é apresentada como um todo, com explicações sobre o trabalho desenvolvido pelo Dnit para minimizar os impactos da obra ao meio ambiente. Na segunda etapa, as questões de Educação Ambiental são apresentadas de forma mais específica.

A atividade com os professores começou com uma dinâmica, na qual eles deveriam passar por uma ponte desenhada no chão, todos ao mesmo tempo, sem que ninguém caísse. “Desta forma, conseguimos mostrar a importância do trabalho em equipe e da integração”, explicou o agente de educação, Isaías Insaurriaga.

Com esta introdução a equipe deu início a apresentação da Gestão Ambiental da rodovia desde o processo de licenciamento, composto pela licença prévia, licença de instalação e licença de operação. “Atualmente a obra nos lotes 2 e 3 está em fase de instalação, na qual é desenvolvido o trabalho da gestão ambiental para minimizar os impactos negativos que possam ser causados à flora, fauna, qualidade da água e às comunidades que vivem próximas do empreendimento”, explicou Cauê.

Depois da apresentação dos cuidados com o meio ambiente, Isaías distribuiu um texto do escritor Érico Veríssimo, que se encaixa tanto no trabalho que vem sendo implementado pelo DNIT, na Gestão Ambiental de suas obras, quanto no dos professores, que influenciam diretamente na formação dos estudantes. “Trabalhar as questões relacionadas ao meio ambiente com professores é tentar multiplicar o nosso trabalho para cada vez mais estudantes e formar uma sociedade mais consciente sobre o seu papel na preservação da natureza, da qual todos dependemos, finalizou Cauê.


Fonte : Jornal Agora.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.

O Jornal Agora, foi fundado em 20 de setembro de 1975, é uma publicação de propriedade das Organizações Risul Editora Gráfica Ltda. Tem como área de abrangência Rio Grande, São José do Norte e região. Circula de segunda-feira a sábado, com o foco principal em matérias locais e regionais. Dentre as principais características, destaca-se sua linha editorial, que busca a integração da comunidade, com informação precisa, responsável e imparcial.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

  http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/programa-de-educacao-ambiental-nas.html


****************************************************************************************************************************

                                                                ORGULHO DE SER 



****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

ALERTA: AUMENTO DA TEMPERATURA NO MAR BÁLTICO PROVOCA SURGIMENTO DE BACTÉRIA NA EUROPA !!!




                                                         
A mudança climática provocada pelo homem está por trás do surgimento inesperado de um grupo de bactérias no norte da Europa que pode provocar gastroenterite, mostra um novo estudo feito por um grupo de especialistas.

O estudo, publicado neste domingo no periódico Nature Climate Change, forneceu algumas das primeiras fortes evidências de que os padrões de aquecimento do Mar Báltico coincidiram com o surgimento das infecções pela bactéria Vibrio no norte da Europa.

O Vibrio é um grupo de bactérias que costuma crescer em ambientes marinhos tropicais e quentes. A bactéria pode provocar várias infecções em seres humanos, com sintomas parecidos ao cólera e a gastroenterite de comer frutos do mar crus ou mal cozidos ou da exposição à água do mar.

Um grupo de cientistas de instituições na Grã-Bretanha, Finlândia, Espanha e Estados Unidos examinaram registros nas temperaturas da superfície do mar e dados de satélite, além de estatísticas em casos de vibrião no Báltico.

Eles descobriram que o número e a distribuição dos casos na região do Mar Báltico estavam fortemente relacionados aos picos nas temperaturas da superfície oceânica. A cada ano que a temperatura subiu um grau, o número de casos de Vibrio subiu quase 200 por cento.

"Os maiores aumentos aparentes que vimos em casos durante anos de onda de calor (...) tendem a indicar que a mudança climática está de fato provocando infecções", disse à Reuters um dos autores do estudo, Craig Baker-Austin, do Centro para o Meio Ambiente, Pescaria e Ciência de Aquicultura, com sede na Grã-Bretanha.


AQUECIMENTO OCEÂNICO

Estudos climáticos mostram que as crescentes emissões de gases que provocam o efeito estufa fizeram as médias globais das temperaturas de superfície aumentar em 0,17 graus Celsius em uma década, de 1980 até 2010.

O estudo do Vibrio concentrou-se no Mar Báltico porque ele se aqueceu a uma velocidade inédita de 0,063 para 0,078 graus Celsius por ano de 1982 até 2010, ou 6,3 para 7,8 graus por século.

"Representa o ecossistema marinho examinado que mais rapidamente se aqueceu até agora em qualquer lugar da Terra", dizia a revista.

Muitas bactérias se desenvolvem bem em água do mar quente e de baixa salinidade. Além do aquecimento, a mudança climática provocou chuvas mais frequentes e mais fortes, que reduziram o conteúdo de sal dos estuários e das zonas úmidas costeiras.

Os cientistas disseram que se as temperaturas oceânicas continuarem subindo e as regiões costeiras no norte se tornarem menos salinas, a bactéria Vibrio vai aparecer em novas áreas.


Fonte : Reuters.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

  http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/alerta-aumento-da-temperatura-no-mar.html


****************************************************************************************************************************

                                                                    UNISANTOS




****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

HOTEL EM JOÃO PESSOA NA PARAÍBA COMEMORA SUA CERTIFICAÇÃO NA ISO 140001 !!!


                                                    
                                                       Imagem meramente ilustrativa.


Discutir políticas e metas de sustentabilidade tem se tornado, cada vez mais, uma preocupação de governos e empresas ao redor do mundo. Porém, se o consenso em torno do assunto ainda é algo complicado para a macroeconomia, para as empresas, o cenário é outro, obter uma certificação que comprove seu comprometimento com a gestão ambiental é, sim, motivo de comemoração.

Nesse sentido, o Verdegreen Hotel, bem-sucedido empreendimento “verde” localizado em João Pessoa (PB), celebra a conquista da ISO 14001 – SGA (Sistema de Gestão Ambiental), sendo a primeira empresa prestadora de serviços da Paraíba a receber a certificação. A ISO 140001, sistema de padronização mais reconhecido do mundo e aplicado em mais de 170 países, foi concedida pela BRTÜV no Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho).

Para o Verdegreen, que leva o título de Hotel Sustentável do Ano (2012) pelo Guia Quatro Rodas e, mais recentemente, o Certificado de Excelência pelo TripAdvisor, concedido a apenas 10% dos empreendimentos hoteleiros em todo o mundo, a ISO 14001 aumenta a responsabilidade do hotel perante seu público, com o desafio de manter todos os processos da norma sob controle e acompanhamento, visando à recertificação, que ocorrerá anualmente.

“Por já se tratar de um projeto sustentável desde a elaboração da planta baixa ao seu período de construção e início de suas operações, o Verdegreen se destacou pela excelente norma de padronização o seu Sistema de Gestão Ambiental. Esta certificação foi uma grande conquista, trabalhada em comunhão com toda a equipe da empresa”, conta Luciana Alencar, diretora de gestão corporativa da Cadis3 Participações, empresa responsável pelo Verdegreen Hotel.

A norma de padronização do Sistema de Gestão Ambiental do Verdegreen tem como objetivo promover um sistema eficaz que possa ser integrado a outros requisitos de gestão, além de auxiliá-las a alcançar seus objetivos ambientais. “Entre os benefícios de um SGA para hoteis destacam-se a redução do consumo de água e energia elétrica, redução de resíduos, incremento da satisfação dos hóspedes, melhoria da imagem do hotel perante a sociedade e, principalmente, a redução da poluição”, comenta Camilo Juliani, gerente geral do Verdegreen.

O Verdegreen Hotel possui uma completa e sofisticada estrutura física, equipamentos adequados e de última geração, qualidade no atendimento e recursos humanos no geral, registros e cadastros legalizados e sua renomada conceituação como Eco Design.

Localizado na Capital Verde das Américas, João Pessoa (PB), o Verdegreen Hotel é uma das melhores opções de hospedagem sustentável no país, tanto para turismo como para negócios. No Nordeste, é o único nesse segmento localizado em uma capital.

O Verdegreen Hotel oferece uma excelente combinação entre sustentabilidade e conforto, com 140 apartamentos equipados com internet banda larga, cofre digital, TV de LCD a cabo, frigobar, descarga de duplo acionamento, sistema de ar-condicionado de última geração (set free) e móveis multifuncionais em madeira certificada. Entre as iniciativas sustentáveis do Verdegreen estão: uso de aquecimento de água através de energia solar, coleta seletiva, cultivo de alimentos na horta orgânica, reaproveitamento de água, trabalho educativo com hóspedes, iluminação natural em toda a área social e bicicletas para uso dos hóspedes.


VERDEGREEN HOTEL



SOBRE A ISO 14001

A International Organization for Standardization (ISO) foi fundada em 23 de fevereiro de 1947, com sede em Genebra, na Suíça, com a função de congregar e aprovar normas internacionais de padronização e normatização em todas as áreas técnicas em mais de 170 países. No Brasil, a ISO é regida pela a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), também chamada de Fórum Nacional de Normatização. Para que um empreendimento consiga a certificação da ISO 14001, é imprescindível que exista a reorganização da empresa, conjugada com o comprometimento da administração, a participação de todos os colaboradores, profissionalismo, infra-estrutura adequada, mão-de-obra qualificada e a coordenação de todas as atividades propostas pela ISO 14001.


Fonte : Revista Fator Brasil.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

    http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/hotel-em-joao-pessoa-na-paraiba.html


****************************************************************************************************************************

                                                                ORGULHO DE SER 



****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

ALTA NO NÍVEL DE MERCÚRIO NOS RIOS DA AMAZÔNIA PREOCUPA CIENTISTAS !!!



                      Imagem da devastação de um garimpo na Amazônia na região das Guianas.


Uma medida do governo do Amazonas para regulamentar os garimpos de ouro no Estado está sendo questionada pela comunidade científica local, que teme o agravamento dos altos níveis de mercúrio nos rios da Amazônia. Usada na extração do minério, a substância tóxica é manejada pela crescente leva de pequenos garimpeiros que chega à região.

Publicada em 15 de junho, a resolução 011/2012 tem o objetivo de combater os garimpos clandestinos, estabelecendo normas para as cooperativas locais. Segundo os pesquisadores, porém, a normativa - feita sem que os estudiosos sobre os impactos ambientais fossem consultados - legitima o uso do mercúrio com uma fiscalização pouco eficiente.


BACTÉRIA TRANSGÊNICA PODE LIMPAR ÁGUAS POLUÍDAS COM MERCÚRIO

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nível máximo aceitável para o ser humano é de 50 partes por milhão (ppm) de mercúrio no organismo. Os pesquisadores lembram que em regiões amazônicas como o Alto do Rio Negro, com alto grau da substância naturalmente presente no solo, a concentração média em populações ribeirinhas chega a 70 ppm.

"Correr o risco de aumentar esse nível é uma temeridade, especialmente em áreas de alto consumo de peixe", afirma o diretor-geral do Museu da Amazônia, Ennio Candotti, que enviou ao governo estadual uma carta aberta de protesto.

A resolução propõe a fiscalização do uso obrigatório do cadinho, ferramenta que auxilia na extração do ouro e recupera o mercúrio queimado para evitar a contaminação.

"Não há notícia de fiscalização eficaz no Estado, o que torna pouco razoável acreditar que isso vá ocorrer. É preciso dizer qual o efetivo e com que frequência será feita a vigilância", afirma Candotti. Hoje, segundo o Conselho Estadual de Meio Ambiente do Estado do Amazonas, apenas no Rio Madeira cerca de 3 mil famílias dependem da atividade garimpeira.

Pesquisadores da região alertam que a forte alta no preço internacional do ouro pode causar um aumento drástico na extração clandestina, que pode se refletir em maior contaminação de mercúrio.


GARIMPOS ILEGAIS DESPEJAM 30 TONELADAS DE MERCÚRIO POR ANO NAS GUIANAS

Cerca de 30 toneladas de mercúrio poluem a floresta amazônica anualmente na região das Guianas, que abrange o norte do Brasil, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. O cálculo é da rede WWF. O metal, utilizado por garimpos ilegais para retirar as impurezas do ouro, é altamente tóxico e causa danos neurológicos.

No final de dezembro DE 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente francês Nicolas Sarkozy assinaram um acordo de cooperação para o combate ao garimpo ilegal no Brasil e na Guiana Francesa. O WWF será uma das instituições que acompanhará o cumprimento do compromisso.

Além de poluir a região com mercúrio, os garimpos ilegais também causam desmatamento e assoreamento dos rios.


NOTA

A Guiana Francesa é território ultramarino da França, vizinho ao Brasil e formado essencialmente por florestas amazônicas.


Fonte : Agência Estado.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

  http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/alta-no-nivel-de-mercurio-nos-rios-da.html


****************************************************************************************************************************

                                                                    UNISANTOS




****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

sexta-feira, 20 de julho de 2012

CONVITE PARA WORKSHOP NA FAPESP: O FUTURO QUE NÃO QUEREMOS - UMA REFLEXÃO SOBRE A RIO +20 !!!





A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), no âmbito de seus Programas BIOTA, BIOEN e Mudanças Climáticas, convida para o workshop "O futuro que não queremos - uma reflexão sobre a RIO+20".

O objetivo do workshop é fazer uma avaliação crítica dos resultados da RIO+20, tanto em relação à reunião oficial como em relação aos eventos paralelos, discutindo com os pesquisadores dos Programas Ambientais da FAPESP, as perspectivas de participação da comunidade científica nas discussões internacionais nos próximos anos.

DATA

23 de agosto de 2012


HORÁRIO

8h 30 às 18h 30


LOCAL

FAPESP - Rua Pio XI, 1500 Lapa – São Paulo/SP


PALESTRANTES JÁ CONFIRMADOS

Johan Rockström - Stockholm Resilience Centre (videoconferência)

Alice Abreu – ICSU

Carlos Henrique de Brito Cruz – FAPESP

André Nassar - ICONE/BIOEN

Paulo Artaxo - USP/Mudanças Climáticas

Fábio Feldmann – FF Consultores

Carlos A. Joly - UNICAMP/BIOTA


INSCRIÇÕES



Convite encaminhado pela Pró-Reitora Roseane Marques da Graça Lopes.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

   http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/convite-para-workshop-na-fapesp-o.html


****************************************************************************************************************************

                                                                ORGULHO DE SER 



****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

CONVITE PARA V CPEASUL E IV EDEA !!!




Prezadas (os), 

É com satisfação que comunicamos a abertura das inscrições para o V CPEASul e IV EDEA, que será realizado de 25 a 29 de setembro, deste ano, na Universidade Federal do Rio Grande - FURG.

Este evento, de âmbito nacional, servirá para o fortalecimento das discussões sobre a Educação Ambiental. Configura-se como um espaço de diálogos, debates e compartilhamento de idéias e ações desenvolvidas nos mais diferentes espaços educativos.

Para realizar sua inscrição acesse : http://www.submissaocpeasul.com.br/view/inicio/

Atenciosamente


Coordenação Geral
Prof.ª Dr.a Vanessa Hernandez Caporlingua


APRESENTAÇÃO

Com esta edição conjunta do V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul) e do IV Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental (IV EDEA), na cidade de Rio Grande/RS, pretende-se contribuir para a integração e desenvolvimento de diferentes saberes e práticas de pesquisadores que compõem a Educação Ambiental enquanto campo do conhecimento.

Nesta edição do evento objetiva-se congregar pesquisadores atuantes em instituições do Sul e de outras regiões do Brasil, bem como pesquisadores provenientes de países próximos às nossas fronteiras políticas meridionais, tais como o Uruguai, a Argentina e o Chile.

O evento integrado V CPEASul / IV EDEA constitui-se na perspectiva de se consolidar o campo da Educação Ambiental como mobilizador para a construção de uma sociedade justa e sustentável, por meio da proposição de integrar diferentes olhares e vozes que compõem o polifônico coro da educação ambiental na busca de estratégias para o enfrentamento da crise socioambiental contemporânea.


CONSTITUIÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A constituição de diferentes Grupos de Trabalho (GTs) visa a análise, a discussão e a proposição documentada acerca de problemáticas específicas da Educação Ambiental no Brasil e no mundo, a partir da constituição de espaços integradores de diferentes pesquisadores e pesquisadoras por área de interesse. Esta atividade será desenvolvida em torno de cinco eixos. São eles:

1) Fundamentos Filosóficos e Epistemológicos da Educação Ambiental ; 

O conceito de epistemologia aqui referido sugere que a Educação Ambiental é uma ciência e, como tal, deve ser investigada também sob o ponto de vista científico, ou seja, em seu processo de gênese, de formação e de organização. Isso inclui a preocupação com os seguintes elementos: a investigação e validação do seu desenvolvimento a partir de uma teoria geral do conhecimento (de natureza filosófica), ou seja, empirismo, racionalismo, etc. Em última análise, a abordagem acerca dos fundamentos filosóficos e epistemológicos da Educação Ambiental consiste em estabelecer se o conhecimento produzido e/ou em processo de produção será reduzido a um puro registro, pelo sujeito, dos dados já anteriormente organizados independente dele com o mundo exterior, ou se o sujeito poderá intervir ativamente no conhecimento dos diferentes objetos de investigação da Educação Ambiental.


2) Problemáticas Emergentes em Educação Ambiental ;

As discussões em torno da Educação Ambiental têm sido ampliadas para novas questões e temáticas, tais como corpo, saúde, religião, redes sociais, energia e mobilidade urbana, relação cultura-natureza, relação humanos/não humanos, processos socioespaciais, dentre outros. Os mesmos envolvem a situação existencial de diversos grupos humanos, conflitos cartográficos, minorias étnicas ou raciais, grupos de interesse urbano, universo de práticas e representações. Na medida em que ocorrem processos que nos colocam em novas instâncias teórico-espistemológicas a partir da configuração de novos problemas, este GT propõe refletir acerca do contexto atual e da possibilidade dos mais diversos diálogos entre a questão ambiental e as práticas educativas, destacando o caráter polifônico desta articulação, na configuração de novas perspectivas acadêmicas e de processos sociais, bem como formas de produção, transmissão e distribuição de saberes.


3) Modelos de Desenvolvimento, Impactos Ambientais e Sociais e Educação Ambiental ;

Este GT do CPEASUL busca debater os modelos de desenvolvimento incluindo o paradigma da sustentabilidade, enquanto modelo de planejamento alternativo ou ideologia mitologizada. O respectivo GT também procura refletir criticamente sobre os impactos ambientais e sociais gerados por estas escolhas de desenvolvimento, especialmente no capitalismo, com suas múltiplas dimensões e implicações socioambientais. Para enfim, propiciar um debate acerca da influência e importância da Educação Ambiental nos caminhos para atribuir ao paradigma do desenvolvimento ou seu mito, um tratamento adequado no que tange a compreensão da Educação Ambiental como um dos elos da transformação societária rumo à justiça social e ambiental.


4) A constituição de educadores e educadoras ambientais ;

Como se constituem os educadores e educadoras ambientais? Quais suas práticas e trajetórias? Quais suas visões de mundo? Este eixo propõe uma reflexão sobre a formação inicial e continuada de educadores e educadoras ambientais, abordando as questões políticas, éticas, históricas, entre outras, implicadas no processo. Serão considerados os múltiplos espaços e tempos, as culturas, as trajetórias e os saberes envolvidos nesse processo. Intenciona, ainda, discutir sobre o papel desses atores/autores como protagonistas de espaços educadores sustentáveis, no contexto da educação brasileira.


5) Movimentos Sociais e Educação Ambiental ; 

As relações sociais e a re-produção da sociedade estão perpassados por conflitos decorrentes da apropriação desigual por parte dos diferentes grupos e classes da riqueza produzida, dos territórios e dos espaços de "poder" sob/sobre uma determinada materialidade, na qual a natureza/meio ambiente é parte fundamental. Diríamos ainda que a própria percepção ou a compreensão destas relações e do que está no centro dos conflitos fazem parte do debate social, político, teórico e acadêmico. Sendo assim, neste eixo buscaremos aprofundar esta discussão visando socializar estudos, pesquisas, teorias bem como casos concretos sobre a relação dos movimentos sociais com a educação ambiental e vice-versa.


PROGRAMAÇÃO

http://cpeasul.blogspot.com.br/p/programacao.html


REALIZAÇÃO 

Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental
Universidade Federal do Rio Grande - FURG


Convite encaminhado pela Profª Dra. Vanessa Hernandez Caporlingua - Coordenadora Geral do evento.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                                Link desta postagem

     http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/convite-para-v-cpeasul-e-iv-edea.html


****************************************************************************************************************************

                                                                ORGULHO DE SER 



****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

TELHAS COM CAPACIDADE FOTOVOLTAICA !!!



                                        Imagem ilustrativa de telha com painel fotovoltaico. 


Para aqueles que dizem que a instalação de painéis fotovoltaicos rompe com a estética. Para aqueles que dizem que os painéis fotovoltaicos nos telhados aumentam o custo do telhado porque tem de se reforçar certos pontos. Para aqueles que não se importam de gastar um pouco mais em sua casa para torna-la mais amiga do meio ambiente, ter mais energia independente e economicamente benéfica a longo prazo, apresentamos as telhas solares.

Como você podemos observar na foto, é a combinação perfeita de uma telha e um painel fotovoltaico. Os novos sistemas e materiais, tais como silício amorfo ou painéis monocristalino permitem flexibilidade e adaptação a sua forma, neste caso, uma telha convencional, combinando o elemento de estrutura, com a geração de energia.

Diversas empresas ao redor do mundo que trabalham em desenvolvimento. Um dos pioneiras, a SRS Energy fornece modelo "telhas com competência exclusiva", o que gera um aumento de 500 watts por nove metros quadrados, e é também forte, com um ótimo acabamento, fácil de montar e capacidade de isolamento térmico grande e acústica.

Outra empresa, também norte-americana, a Global Solar usos disseleneto de cobre, índio (CIS) para fazer seus modelos de telhas solares com uma eficiência de 10% (baixo desempenho, mas tenha em mente que é uma adição a um elemento necessário em um edifício e que pode ser de 10% mais barato do que as mesmas soluções separadamente), procurando uma integração económica, eficiente e fácil.

Na Califórnia, duas empresas competem para projetar novos modelos de telhas solares competitivos para os consumidores.  Sun Energy Engineering desenvolve telhas solares que podem substituir a normal ou colocada acima delas. Além disso, Grass Valley desenvolveu um modelo de telha solar, plana e fina, muito mais versátil que os modelos de curvas de azulejos solares.

Na Europa, a Solar Century, da Grã-Bretanha, se especializa em modelo C21t solar térmica e fotovoltaica proposta em diferentes cores para combinar com a primeira escolha. Esta empresa tem um escritório na Espanha e tem elementos de construção diversas, tais como paredes ou fita, com células solares.

Outra empresa, a italiana REM SpA,  definiu o modelo de "Techtile" com um SPECT como a de uma telha de barro tradicional, exceto que seu interior possui células fotovoltaicas para gerar eletricidade ou painéis solares térmicos para aquecimento de água, e são feita de acrílico, que permite muito mais luz do que outros plásticos.

Veneza, uma cidade com normas rigorosas para proteger os edifícios históricos que limitaram o uso de painéis fotovoltaicos, usou estas telhas solares. Eles imitaram as telhas curvas de barro castanho claro cobrindo a grande maioria dos telhados deste Património Mundial pela UNESCO.

Os responsáveis pela REM garantem que um telhado 18 metros quadrados coberto com estas telhas no sul ensolarado da Itália pode cobrir grande parte da energia elétrica necessária para a população local . Note-se que a sua instalação é muito simples: ele pode ser colocado em módulos pré-fabricados ou independentemente. Quanto à força, dizer granizo e suportar mesmo uma telha cai ou pára de funcionar, não afeta os outros.


VÍDEO DE REFERÊNCIA

MÉTODO DE INSTALAÇÃO DE PAINEL SOLAR CONVENCIONAL


CRÉDITOS DO VÍDEO A TRITEC ENERGY.


Fonte : Únete al Planeta.

Matéria indicada pela Coordenadora Fernanda Britto ( Gestão Ambiental - UNISANTOS ).

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                               Link desta postagem

   http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/telhas-com-capacidade-fotovoltaica.html


****************************************************************************************************************************

                                                                    UNISANTOS




****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************

quinta-feira, 19 de julho de 2012

PESQUISA DA USP APONTA QUE POLUIÇÃO AUMENTA O RISCO DE ATEROSCLEROSE !!!



                                                        Imagem meramente ilustrativa.


Resultados preliminares de uma pesquisa feita na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) indicam que a exposição à poluição atmosférica nos grandes centros urbanos durante a gestação e logo após o nascimento aumenta o risco de desenvolvimento de aterosclerose em indivíduos predispostos mesmo que eles adotem uma dieta com baixos teores de gordura.

A aterosclerose é uma doença inflamatória, caracterizada pelo enrijecimento e obstrução dos vasos sanguíneos devido à formação de placas de gordura. Seu agravamento ao longo dos anos pode causar problemas como infarto, acidente vascular cerebral e trombose.

“Diversos estudos apontam a poluição como fator de risco para a doença, mas, de acordo com a literatura científica, animais predispostos só desenvolveriam a placa aterosclerótica caso recebessem uma dieta rica em gorduras. Por isso os resultados que obtivemos surpreenderam”, disse a bióloga Mariana Matera Veras, responsável pela pesquisa e membro do Instituto Nacional de Análise Integrada do Risco Ambiental (Inaira) – um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) financiados pela FAPESP e pelo CNPq no Estado de São Paulo.

O estudo foi feito com camundongos geneticamente modificados para desenvolvimento de aterosclerose. Os animais foram divididos em oito grupos e, ao fim do experimento, passaram por um exame de ultrassom para avaliar o tamanho da placa de gordura que havia se formado no interior dos vasos sanguíneos.

Os quatro primeiros grupos receberam uma dieta balanceada e com baixos teores de gordura desde o desmame, com um mês de vida, até o fim do quarto mês. O primeiro, considerado o grupo controle, ficou em uma câmera com ar filtrado e não sofreu exposição à poluição nem durante a gestação, nem após o nascimento.

O segundo grupo foi exposto ao ar poluído apenas durante a gestação e, nos quatro meses após o nascimento, foi colocado na câmera com ar filtrado. O terceiro grupo foi exposto apenas após o nascimento e o quarto grupo sofreu exposição tanto no período de gestação como após o nascimento.

Os quatro grupos restantes foram submetidos aos mesmos padrões de exposição aos poluentes, mas, diferentemente dos outros, foram alimentados de forma balanceada só até o terceiro mês de vida. Nos três meses seguintes, receberam uma dieta rica em gorduras.

“Nos animais que receberam a dieta rica em gordura o efeito da poluição foi menos importante e obscurecido pela alimentação”, disse Veras.

Já entre os camundongos com dieta balanceada, aqueles expostos à poluição durante a gestação apresentaram placa aterosclerótica três vezes maior que a observada no grupo controle. Nos camundongos expostos aos poluentes apenas após o nascimento, a placa foi sete vezes maior e, quando somadas a exposição gestacional e a pós-natal, o aumento foi de 13 vezes.

“Os dados sugerem que a poluição funciona como um fator de modificação do ambiente uterino. A poluição pode programar esses animais, fazendo com que tenham maior risco de desenvolver aterosclerose mesmo que após o nascimento adotem dieta balanceada e vivam em um local com ar puro”, disse Veras.

Os resultados foram apresentados no 31º Simpósio Anual da Society of Toxicologic Pathology, realizado entre 24 a 28 de junho em Boston, nos Estados Unidos.


MULTIGERAÇÕES

O grupo do Inaira investiga agora fatores como a quantidade de gordura circulante no sangue dos animais, marcadores inflamatórios e a expressão dos genes associados à formação da placa aterosclerótica para entender como a poluição interfere na progressão da doença.

“Sabemos que os poluentes agravam processos inflamatórios no organismo e isso favorece a progressão da placa, mas queremos saber se há outros mecanismos envolvidos”, disse Veras.

Paralelamente, outros estudos para avaliar o impacto dos poluentes na gestação e no sistema reprodutivo são conduzidos no Inaira, sob coordenação do professor Paulo Saldiva, também da FMUSP.

“A literatura científica mostra que a poluição das grandes cidades está relacionada à prematuridade, mortalidade neonatal e pós-neonatal, retardo do crescimento intrauterino e baixo peso ao nascer. Além disso, causa alteração da razão sexual, fazendo com que nasçam mais mulheres do que homens. Para estudar melhor esses desfechos, montamos um modelo animal”, explicou Veras.

Os experimentos com várias gerações de camundongos foram feitos no jardim da FMUSP, próximo a uma avenida movimentada da capital paulista. Os animais do grupo controle ficaram em câmaras com ar filtrado e o outro grupo, exposto ao ar ambiente.

“Já na primeira geração de animais expostos, verificamos diminuição da fertilidade, ou seja, o número de bebês camundongos nascidos vivos é menor e têm redução do peso ao nascer, o que também já foi observado em humanos”, disse Veras.

Na segunda geração de animais expostos ao ar poluído foram observados esses efeitos e alguns outros. As fêmeas apresentaram irregularidades no ciclo reprodutivo e os casais levaram em média mais tempo para copular, pois os machos mostravam desinteresse.

“Também houve nas fêmeas uma redução no número de folículos ovarianos, o que sugere que as gerações seguintes podem sofrer problemas de infertilidade. Nos machos, verificamos alterações na morfologia dos espermatozoides”, contou Veras.


BAIXO PESO NO NASCIMENTO

Durante a passagem da segunda para a terceira geração de camundongos, os pesquisadores do Inaira notaram alterações na placenta que explicariam pelo menos em parte a redução no peso ao nascer.

“Também observamos que o cordão umbilical dos fetos expostos à poluição é mais fino, o que favorece a compressão. Avaliações de alterações na placenta e no cordão umbilical seriam viáveis em humanos e poderiam trazer informações importantes sobre os efeitos da exposição à poluição do ar na saúde fetal”, disse Veras.

Os pesquisadores avaliam atualmente a terceira geração de camundongos para entender se o baixo peso ao nascer tem impacto na saúde ao longo da vida. Já foi possível notar que os animais nascem com uma redução de 25% a 30% no peso dos órgãos.

“No pulmão, há um retardo do amadurecimento e, aparentemente, um menor número de alvéolos. Isso poderia significar um prejuízo da função respiratória. No rim, o número de glomérulos também é menor e há alterações no volume de alguns compartimentos cerebrais”, disse Veras.

Segundo a pesquisadora, essas alterações no desenvolvimento fetal não seriam grandes o suficiente para impedir que os animais levassem uma vida normal. “Mas caso sejam desafiados por uma doença no futuro, isso poderia fazer a diferença”, avaliou.

Os resultados das pesquisas com a primeira e a segunda geração de camundongos já foram publicados.


ARTIGOS

Artigo Chronic exposure to fine particulate matter emitted by traffic affects reproductive and fetal outcomes in mice (doi:10.1016/j.envres.2009.03.006) de Mariana Matera Veras e outros ;

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S001393510900053X


Artigo Increased levels of air pollution and a decrease in the human and mouse male-to-female ratio in São Paulo, Brazil (doi:10.1016/j.fertnstert.2006.06.023) de Ana Julia F. C. Lichtenfels e outros ; 

http://www.fertstert.org/article/S0015-0282(06)03183-9/fulltext


Artigo Particulate Urban Air Pollution Affects the Functional Morphology of Mouse Placenta (doi:10.1095/biolreprod.108.069591) de Mariana Matera Veras e outros em PDF ;

http://www.biolreprod.org/content/79/3/578.full.pdf


Fonte : Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************************************************

                                                                Link desta postagem

  http://3gestaoambiental-unisantos.blogspot.com.br/2012/07/pesquisa-da-usp-aponta-que-poluicao.html


****************************************************************************************************************************

                                                                ORGULHO DE SER 



****************************************************************************************************************************

VISITE O SITE OFICIAL DA UNISANTOS. ACESSE : WWW.UNISANTOS.BR

NO GOOGLE E NO YOUTUBE PROCURE POR GESTÃO AMBIENTAL DA UNISANTOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************************************************